Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida de Esposa Fiel e Amante Insaciável

Chamo-me Dorina, tenho 32 anos, casada há oito com o João, um homem doce, cozinheiro como eu, mas mais calmo, daqueles que chega a casa às sete e adora as nossas noites tranquilas. Trabalho como chefe de cozinha num restaurante chique em Lisboa, vida perfeita aos olhos de todos. Mas… tenho um segredo. O Guilherme, o antigo bad boy do liceu, agora dono de um bar no Bairro Alto. A gente se cruzou há meses num evento gastronómico, e desde aí, é fogo puro. Ele é casado também, mas isso só aumenta o risco. Hoje, o coração batia forte enquanto mentia ao João: ‘Vou atrasar, reunião com fornecedores’. Saí do restaurante a correr, o anel no dedo brilhando como um lembrete culpado.

No carro dele, estacionado num beco escuro perto do Tejo, a tensão explodiu. ‘Dorina, estás molhada só de pensar nisto, não estás?’, murmurou ele, a mão já na minha saia. Hesitei um segundo, o peito apertado – e se alguém nos visse? Mas o desejo venceu. ‘Sim, caralho, estou. Mas rápido, tenho de chegar a casa antes das nove’. Ele riu, puxou-me para o banco de trás. Senti o cheiro dele, suor misturado com gim, o mesmo que usava na adolescência. As mãos dele nas minhas coxas, subindo, rasgando as collants. ‘Olha para o teu anel, puta casada’, disse, guiando a minha mão para o volume na calça dele. O coração martelava, o risco de sermos apanhados por um polícia ou um conhecido… excitava-me mais.

O Segredo que Me Consome

Ele baixou as calças, o caralho duro, grosso, latejante. ‘Chupa-me, Dorina, como no outro dia’. Obedeci, a boca cheia, a língua rodando na cabeça inchada, sentindo o sal do pré-gozo. Ele gemia baixo, ‘Assim, vadia, engole tudo’. Mas não aguentei – empurrei-o para trás, montei nele. A cona escorria, engoli-o inteiro num só movimento. ‘Porra, estás tão apertada’, grunhiu ele, as mãos nos meus peitos, beliscando os mamilos duros. Cavalgava-o com força, o carro balançando, o vidro embaciado. Cada estocada era urgência: pau fundo, clitóris roçando na base dele, ondas de prazer subindo. ‘Mais rápido, fode-me como se fosse a última vez’, pedia eu, culpada mas louca. Ele agarrou as minhas nádegas, batendo forte, ‘Vou gozar dentro de ti, marca-te como minha’. Gozei primeiro, tremendo, mordendo o lábio para não gritar, a cona contraindo em volta do pau dele. Ele explodiu logo depois, jatos quentes enchendo-me, escorrendo pelas coxas.

Desci do carro a cambalear, arrumei a saia, limpei o rímel borrado no retrovisor. ‘Vai já para casa, amor’, disse ele, piscando. No táxi de regresso, o telemóvel vibrou – mensagem do João: ‘Espero-te com jantar pronto’. O anel no dedo contrastava com o esperma ainda a pingar, o corpo a pulsar. Cheguei, beijei-o na cara, ‘Desculpa o atraso’. Ele sorriu, inocente. Jantámos, falei do ‘trabalho’, mas por dentro… o segredo queimava delicioso. Amanhã, volto à rotina: esposa perfeita, chefe exemplar. Mas no fundo, anseio o próximo risco, essa dupla vida que me faz viva. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais.

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