Confissão: Minha Dupla Vida na Noite de Núpcias da Sobrinha

Eu sou a Maria, 52 anos, casada com o João há 25, advogada em Lisboa. Vida perfeita no papel: casa impecável, dois filhos crescidos, jantares em família. Mas… tenho uma dupla vida. Um antigo amante, o Lucien, francês de 65 anos, que me fode como ninguém. Vim a Lyon para o casamento da minha sobrinha Estelle com o Stéphane, filho dele. Prestei o meu apartamento no boulevard Foch para a noite de núpcias deles, em segredo. Ninguém sabe que é meu, nem o meu marido.

No baile do casamento, dancei com o Lucien. Os nossos corpos colaram-se, senti o pau dele endurecer contra mim. ‘Maria, ainda te desejo tanto’, sussurrou. O coração batia forte, a aliança no meu dedo esquerdo pesava como chumbo. O João ligou: ‘Quando voltas, amor?’. ‘Amanhã, querido, está tudo bem’. Mentira. A tensão subia. Estelle e Stéphane pediram ao Lucien para filmar a noite deles. Ele piscou-me o olho: ‘Vem depois’. Eu… hesitei. Mas o desejo venceu. Vi-os saírem, ri-me com a família, mas por dentro ardia. Liguei ao João mais uma vez, normalidade fingida, enquanto o clitóris latejava.

O Segredo que Começou no Casamento

Cheguei ao apartamento de madrugada. O Lucien abriu a porta, olhos famintos. ‘Eles estão na cama ao lado, a foder’, disse baixo. O som abafado de gemidos vinha da parede. Empurrou-me para a minha quarto, ao lado. ‘Rápido, antes que eles saiam’. Desabotoou-me o vestido, as mãos ásperas na minha pele. A aliança roçava o pau dele, duro como pedra. ‘Chupa-me, Maria’. ajoelhei-me, engoli aquele caralho grosso, veias pulsantes, cheiro de homem maduro. Ele gemia baixo: ‘Sim, assim, puta secreta’. O risco… e se a Estelle ouvisse? Levantei-me, ele rasgou-me as cuecas. ‘A tua cona está ensopada’. Deitei-me na cama, pernas abertas. A língua dele no meu clitóris, chupando forte, dedos enfiados na buceta molhada. Gozei rápido, abafando o grito no travesseiro. ‘Agora fode-me, Lucien!’. Montou-me, o caralho entrou todo, esticando-me. Bombava forte, rápido, urgente. ‘Sente a aliança na tua bola’, sussurrei, mão apertando. Ele acelerou: ‘Vou gozar dentro!’. Encheu-me de porra quente, escorrendo pelas coxas. Sudorosos, ofegantes, colados uns aos outros. Cinco minutos, intenso, proibido.

Saí dali a tempo, antes do amanhecer. Voltei ao hotel, tomei banho, disfarcei o cheiro de sexo. No avião para Lisboa, o João buscava-me no aeroporto. ‘Que bom estavas, amor’. Beijei-o, a porra ainda dentro de mim. Culpa? Pouca. Excitação total. O segredo guardado, a dupla identidade: esposa perfeita de dia, puta insaciável de noite. O Lucien manda mensagens: ‘Volta logo’. O coração acelera só de pensar. Adoro isto. O risco, o contraste. Ninguém sabe. E eu vivo duas vidas, ardendo em segredo.

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