Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida no Casino do Estoril

São cinco da tarde, dezembro frio em Cascais. Saio do cabeleireiro, cabelo liso, perfeito como sempre. Dirijo na circulação caótica, as torres do Estoril iluminadas ao fundo, como uma New York em miniatura. O meu marido acha que vou a uma reunião de trabalho. Eu, a mulher casada, profissional impecável, com a aliança a brilhar no dedo. Mas o coração bate forte. Sinto a humidade entre as pernas só de pensar nele. Adoro isto, o risco. E se me apanham? A adrenalina fode-me antes mesmo de chegar.

Estaciono perto do casino, o palácio antigo rodeado de iates no porto gelado. Entro no Sheraton, bar de luxo, acaju e couro, luz tamisada. Ele está lá, sozinho no início, fato escuro, olhos azuis frios como gelo. Homem de negócios, finanças, poder. Ama possuir. Ao lado, um desconhecido, riso de miúdo mas olhos de predador. Ele mudou o dia à última hora. Sinto o estômago revirar. O que quer ele hoje?

O Segredo que Me Consome

Aproximo-me devagar, botas altas, casaco longo, só perolas nos ouvidos e meias de nylon. Ele vê-me, faz sinal. Sento-me entre os dois, no sofá de couro. ‘Abre as pernas’, diz calmamente, mão no meu joelho, separa-me. O outro devora-me com os olhos. Sirvo champanhe, ele leva o copo aos meus lábios. ‘Lambe, devagar.’ A língua rosada no vidro, olhos nos dele. Sinto a cona a pulsar.

Ele ignora-me um bocado, conversa negócios. Mas a mão sobe, pelo nylon, entra nas cuecas. Dedo molhado na minha entrada, retira e pinta-me os lábios. ‘Chupa.’ Saboreio o meu próprio mel, olhos verdes a brilhar. O outro fuma charuto, fumaça doce mistura-se ao meu Chanel. Ele dá-me uma passa, o estranho imagina o caralho dele na minha boca.

O Encontro Proibido no Bar do Hotel

Agora o outro toca-me. Ele permite. ‘Mostra-lhe.’ Abro o casaco, seio pesado à vista. Malaxam-me o mamilo. Bebo mais, molho o sofá. Dedos na tosa, fodem-me devagar. ‘Levanta o cu.’ O estranho mergulha a língua na cona, chupa guloso. Eu gemo, fumo charuto, ele enfia-me o caralho na boca. ‘Chupa bem, puta.’ Alterno sabores: tabaco e porra prévia. Ele segura-me o cabelo, fode a garganta. O outro lambe o clitóris, dedos dentro, eu escorro.

É rápido, urgente. Sei que tenho de voltar a casa. Corpos quentes, cheiro de sexo no ar privado. Grito baixo quando o orgasmo me leva, ondas no ventre, músculos a contrair. Ele goza na boca, jatos quentes, engulo tudo. O outro não fode, só prova. ‘Vai agora’, diz ele, veste-me. Saio sem palavra, pernas trémulas.

Dirijo para casa, lavo o cheiro no chuveiro. Marido chega, beija-me. ‘Boa reunião?’ Sorrio, aliança fria contra pele quente. O segredo arde dentro de mim. Amanhã sou a esposa perfeita. Mas esta noite, revivo cada lambida, cada ordem. Adoro ser dele, puta voluntária. O risco? É o que me faz viva. Volto para mais.

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