A Minha Dupla Vida: A Aventura Molhada e Proibida de Julho

Eu sou a Maria, 38 anos, casada com o João há 12, gerente num banco em Lisboa. Vida impecável: casa asseada nos subúrbios, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas… tenho esta fome. Adoro o risco, o segredo que me acelera o coração. O marido acha-me a esposa perfeita, mas ele não sabe das noites em que me perco.

Era julho, temporal de verão daqueles que encharcam tudo. Saí da estação de comboio, depois de um dia de reuniões, no meu carro. Estrada reta, deserta, limpa-vidros no máximo. Vejo-o: um tipo a correr ao lado, ensopado, camisa colada ao peito musculado. Paro, abro a porta. ‘Entra, vais apanhar uma pneumonia!’ Ele hesita, mas salta para dentro. A camisa transparente mostra o peito definido, calças justas. Meu Deus, o coração já batia forte. Aliança no dedo esquerdo, mão direita no volante. ‘Obrigado, estou numa seca. Carro avariou na gare.’

O Encontro Sob a Chuva Torrencial

Conversa solta: vivo sozinha, minto. ‘Deixa-me na entrada da cidade.’ Mas chove mais forte. ‘Espera no meu prédio, seco-te.’ Ele aceita. Paro no meu prédio baixo, marido em viagem de negócios – perfeito, mas urgência: ele liga às 21h. Subimos. ‘Senta-te, vou mudar.’ Vou à casa de banho, visto o robe curto, solto, seios livres. Volto, ele folheia as minhas estantes: romances eróticos, Apollinaire, nus em preto e branco. ‘Gostas?’ Engulo em seco. ‘Adoro o nu, a liberdade. Em casa, ando nua. Frequento naturismo.’ Ele cora. ‘Eu também… tenho um blog erótico.’

‘Tira a roupa, seca-te. Eu também.’ Ele ri nervoso. ‘Não sou de nus com estranhos.’ ‘E a ereção? Normal.’ Ele desabotoa a camisa, peito largo. Eu abro o robe, seios ao ar, mamilos duros. Ele baixa as calças, cueca tensa. Pau semi-duro salta quando tira tudo. Eu fecho o robe só um segundo, depois nudez total: pubis depilado, só triângulo fino. Sento no sofá, pernas entreabertas. ‘Whisky?’ Sirvo, nus frente a frente. Olhos no pau dele, grosso, veias pulsantes. Ele olha a minha cona, lábios inchados. Conversa erótica: corpos nus, fricções. Copos vazios. Levanto-me, pego no caralho dele, duro como pedra. ‘Meia hora assim? Bravo!’

O Êxtase Rápido e o Segredo Guardado

Puxo-o, sento no colo dele, beijos famintos. Mão dele nos meus seios, apalpa, belisca mamilos. ‘Fode-me já, rápido, antes que o meu… alguém chegue.’ Ele geme, dedos na cona molhada, dois dentro, mexendo. ‘Estás ensopada.’ Chupo o caralho: grosso, salgado de suor e chuva, engulo até à garganta, bolas na mão. Ele agarra o cabelo. ‘Vira-te.’ De quatro no sofá, ele enfia de rompante. Caralho enorme enche-me, bate no fundo. ‘Mais forte!’ Ele soca, palmadas na bunda, eu gozo gritando, cona a apertar. Ele vira-me, pernas nos ombros, fode brutal, testas suadas. ‘Vou gozar!’ ‘Dentro, enche-me!’ Jatos quentes na cona, escorre. Colapso, ofegante.

Ele veste-se rápido. ‘Incrível.’ Beijo final, ele sai. Arrumo tudo: sofá limpo, robe guardado. Tomo duche, cheiro a ele some. Aliança brilha, toco-a, lembro a mão dele na minha. Telefone: marido. ‘Chego amanhã, amor.’ Sorrio, cona ainda lateja. Janto sozinha, mas excitada. Amanhã, vida normal: banco, família. Mas este segredo… arde. Quero mais. O risco de ser apanhada? É o que me faz viva.

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