Eu sou a Maria, 35 anos, casada com o João há 10 anos. Vida impecável: casa em Lisboa, carreira sólida num banco, jantares em família. Todo mundo me vê como a esposa perfeita, a profissional dedicada. Mas… ai, o segredo. Meu coração acelera só de pensar. Hoje mesmo, enquanto lavava a louça, o telemóvel vibrou. Era ele, o Rui. ‘Preciso de ti agora. Hotel no Chiado, 10 min.’ Meu marido chega do trabalho em 1 hora. Olho para a aliança no dedo, brilhando sob a luz da cozinha. Culpada? Um pouco. Excitada? Muito. Aquela adrenalina de quase ser apanhada… é viciante. Respondo: ‘Só 30 min, Rui. Ele chega cedo hoje.’ Visto uma saia curta, top decotado, salto alto. Nada de lingerie. Maquilhagem pesada, como uma puta. Saio a correr, o coração a martelar no peito.
Chego ao hotel, quarto já pago. Ele abre a porta, olhos famintos. ‘Estás uma puta perfeita, Maria.’ Rio nervosa, entro. Fecho a porta, mas ouço vozes no corredor. Risco puro. Ele agarra-me, beija com força, mãos nos meus seios. ‘Mostra a aliança enquanto me chupas, casada safada.’ Ajoelho, desabotoo as calças dele. O caralho salta, grosso, duro. Olho para cima, para ele, e enfio na boca. Chupo devagar, língua na glande, veias pulsantes. A aliança roça a base do pau dele, frio contra pele quente. ‘Assim, puta, engole tudo.’ Gemo, babo nele, mãos nas bolas. Ele geme baixo: ‘Vais levar no cu hoje, antes de voltares para o teu maridinho.’ Levanta-me, vira-me contra a janela. Levanto a saia, nada por baixo. Cona molhada, à mostra. Ele cospe na mão, esfrega no cu. ‘Relaxa, amor.’ Empurra devagar. Dói um bocado, mas excita. Entra todo, fode forte, mãos nos cabelos. ‘Sente o meu caralho a abrir-te o cu, casada.’ Grito abafado, prazer misturado com pânico – e se alguém vê? Ele acelera, pá! pá! contra as nádegas. ‘Vou gozar dentro, encher-te de porra.’ Eu gozo primeiro, corpo a tremer, cona a pulsar sem tocar. Ele explode, quente, fundo. Sai, porra escorre pelas coxas.
O Segredo que Me Consome
Limpo-me à pressa no duche, beijo rápido. ‘Amanhã mais, puta.’ Saio, pernas bambas, cheiro dele na pele. Volto a casa, 5 min antes do João. Cozinho o jantar, sorriso no rosto. Ele chega, beija-me: ‘Que bom dia, amor.’ Sento à mesa, aliança limpa, mas sinto o cu latejar, porra seca nas cuecas que pus às pressas. Culpada? Sim, mas o fogo no ventre… o segredo é meu. Ninguém sabe. Esta dupla vida – esposa fiel de dia, puta de noites roubadas – é o meu vício. Amanhã, outro risco. Meu Deus, como excita.