Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa Fiel e Amante Paga em Segredo

Eu sou casada há 15 anos, tenho dois filhos, um emprego estável num escritório em Lisboa. Vida perfeita, né? Marido amoroso, jantares em família, yoga aos sábados. Mas à noite, sozinha no quarto, entro em sites de encontros. Aqueles anúncios… me excitam. Um homem de 48 anos, casado como eu, procurando ‘occasionnelle’. ‘H 48 anos, região de Lisboa, busca mulher para tarde rápida. Pago bem.’ Curiosidade? Ou desejo? Respondi, fingindo ser uma esposa entediada com fetiche de prostituta. ‘Não sou venal, mas a ideia de ser paga me molha.’ Ele topou o jogo. Negociamos: 300 euros por uma tarde. Sem rosto nas fotos, só corpo nu sob vestido transparente. Meu coração acelerava só de imaginar. Olhava o anel de casada no dedo e pensava: ‘E se o meu marido soubesse?’ Mas o risco… ah, o risco me deixava louca de tesão.

Dias depois, ele manda instruções: salto alto, saia curta, meias, blusa transparente. Compro tudo em segredo. Quinta-feira, digo ao marido que tenho reunião tarde. Banho demorado, depilo tudo, perfume. Dirijo até o motel daqueles baratos na periferia, tipo Ibis low-cost. Coração na boca, mãos suadas no volante. Chego, mando SMS. Vejo ele sair do carro, pegar quarto com cartão. Silhueta normal, 50 e poucos, barriguinha, limpo. Bom sinal. SMS com número do quarto. Bato, entro. Luz fraca, cama simples. Ele deitado, só sem sapatos. ‘O envelope tá na mesa, puta. Verifica.’ Abro: 300 euros. Limpos, novos. ‘Agora, contra a parede, de frente pra mim.’ Obedeço, tremendo. Ele manda tirar blusa, sutiã. Mãos nos meus ombros, descem pros peitos. Aperta os mamilos. ‘Gostosa. Vira, levanta saia.’ Mostro as meias, a tanga. ‘Então é esse cuzinho apertado? Vou abrir ele hoje.’ Rio nervosa, mas molhada já.

A Tentação que Começou no Celular

Tiro tudo, fico só de meias e salto. Ele me toca de novo, dedos no sexo. ‘Tá encharcada, vadia.’ Passa minha umidade nos lábios, me beija forte, língua grossa. Tento virar a cara, mas ele: ‘Pedi pra ser exigente, lembra?’ Caço seu peito, desabotoo camisa. Corpo de pai de família. Ele empurra ombros: ‘Joelhos, agora.’ Tiro calça, cueca. Pau médio, duro. ‘300 euros merecem esforço.’ Chupo devagar, língua na glande, mãos na base. Engulo fundo, aspiro. ‘Puta foda, chupa como pro!’ Insultos que me humilham e excitam. Ele geme, mas controla. ‘Deita na cama.’ Beija boca, chupa peitos. Vira, manda chupar de novo. Pau entre meus seios grandes, enquanto lambo. ‘Minha mulher nunca faz isso.’ Tento gozar ele assim, mas nada. Coloca camisinha, manda me masturbar. Dedos no clitóris, olhos nele pra conferir preservativo. Entra em mim direto. Nada no início, corpo estranho. Cavalguei, contraindo buceta pra ele gozar rápido. Mas ele trava quadris: ‘Não manda tu.’ Levanta, doggy style. Fode buceta forte, eu gemo baixo, prazer crescendo. Quase gozo, mas: ‘Agora o cu, minha salope.’ Lubrifica com cuspe, força entrada. Dói, queima! ‘Relaxa, vadia.’ Entra todo, soca sem dó. Sai, entra de novo no cu. Humilhação total: só um buraco pago. Cinco minutos de agonia, sinto cu rasgado. Puxa camisinha suja, ajoelho: ‘Engole tudo.’ Gozo na boca, jatos quentes, engulo tudo, gosto salgado.

Levanto rápido, visto. ‘Tchau, cliente.’ Saio sem olhar, apago número. Dirijo pra casa, cu ardendo, esperma no estômago. Chego, marido: ‘Reunião boa?’ Sorrio, banho longo. 300 euros na mesa. Não sei o que fazer com eles. Compro pão amanhã? Culpa? Pouca. Mais tesão pelo segredo. Amanhã, vida normal: escola das kids, trabalho. Mas no espelho, vejo a puta. Quero mais. O risco de ser pega… me faz pulsar de novo. Dupla vida: esposa diurna, vadia noturna. Perfeito.

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