Minha Traição Secreta no Decathlon: O Calor Proibido das Cabines

Sou a Ana, 35 anos, casada há oito com o João. Vida perfeita: emprego de gestora num banco em Lisboa, casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família. Mas por dentro… arde. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. O coração a bater descompassado, a aliança no dedo a contrastar com a mão de outro homem na minha pele. Ontem, segunda-feira, 15h. Fins de testes na uni do João, sol tímido mas fresco. ‘Vamos ao Decathlon equiparmo-nos para as férias?’, perguntei. Ele, atlético aos 28, aceitou. Mudei para cueca preta simples, crop top largo, short de ganga. Ele de boxer branco, bermuda vermelha, t-shirt.

Chegámos. Loja vazia, perfeito. Rayons de running, biquínis. Cabines no meio, cortinas finas, quatro em frente umas às outras. Cada um na sua. Eu tiro tudo, experimento short e top running. Abro a cortina: ‘Que achas?’. Ele abre, torso nu, short de banho. Aquele volume… sempre me deixa húmida. ‘Não te valoriza’, diz. Concordamos. Volto, experimento cuissard e top justo. As minhas curvas de 1,70m, peitos cheios, rabo redondo – assumo. Saio de novo: ‘Ta-dã!’. Um homem ali perto, entre cabines. Olha-me de cima a baixo. ‘Estás esplêndida’, sussurra. Coro. Coração acelera. Aliança fria no dedo. Ele, uns 45, charmoso. Mulher asiática sai ao lado – magra, musculada, top vazio.

A Vida Dupla e a Tensão que Consome

João sai, cuissard lycra a marcar a pica grossa. Rio. Ela sugere: ‘Testamos a correr?’. Corremos pelas aisles. Peitos saltam. ‘Preciso de melhor suporte’, digo. O marido dela, António, traz tamanhos. Mãos roçam. Cortina entreaberta. Sinto olhares nas minhas nádegas. Tensão sobe. Ele entrega biquíni pela fenda – cai tudo. Rideau abre um cm. Nu de costas, ele vê. Excitação cresce. Vida normal? Esquece.

Volto ao biquíni kaki. Peitos rebentam o topo. Abro cortina. Ele mira, bossa no bermuda. ‘Avança, para a Carla ver’, pede. Saio, fico à frente dela – seios nus, pequenos. Rio, ajusto, tétão sai. Ele ri. João volta, erection visível. Olhares cruzam. Sinto a humidade escorrer coxa abaixo. ‘Experimenta outro’, digo. Cortinas mal fechadas. Nu frente ao João, ele masturba devagar. Vejo a Carla nu, farta rasada. Ela toca-me o joelho, sobe à virilha. Paro. Respiração corta. Dedos pressionam.

O Sexo Rápido e Cru nas Sombras

António surge. Dedo traça minha fenda molhada. Chupa-o. Pica dura no bermuda. Entra na cabine, fecha. Peitos livres, mama-os. ‘Deliciosos’, murmura. Dedos na minha cona – um, dois, três. Polegar no clítoris, gira. ‘Ah…’. Tapo boca com crop top. Pernas tremem. Gozo forte, esguicho no cuissard. Ele agarra rabo, abre bermuda. Pica média, dura. Ajoelho, tiro topo, enfio entre peitos. Desliza, pré-gozo lubrifica. Olho-o: ‘Goza’. Lambo glande, branlo com mamas. Jatos na cara, peitos. Engulo resto. Visto-me rápido, sem cueca. Peitos livres saltam no top.

Saímos. Cabine dela vazia. Procuramos João. No randonnée, António roça-me mamas, rabo. Outro gajo mira. Estico-me, mostro tudo. Culote assoma. No golf, colo-me atrás dele, mamas nos braços. Saio. Encontro João e Carla – ela sem nada debaixo da saia. Sorriem cúmplices. Voltamos cabines vazias. Pagamos caixas auto. No carro, João beija-me: ‘Foi bom hoje’. Sorrio. ‘Sim, amor’. Cona ainda lateja, esperma seco nos peitos. Chego casa, banho. Janto normal. Mas no escuro, toco-me a lembrar. Segredo meu. Amanhã, volto ao banco. Dupla vida? O melhor orgasmo.

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