Minha Confissão: A Dupla Vida de uma Esposa Portuguesa e os Encontros Proibidos no Porto

Sou a Ana, 36 anos, casada com o João há 12 anos. Advogada numa firma chique no Chiado. Vida perfeita: casa em Cascais, dois filhos, jantares em família. Mas… tenho uma dupla vida. Chama-se Rui. Conheci-o há meses num bar perto do porto de Lisboa. Ele é marinheiro, tatuado, com cicatrizes no rosto que o fazem parecer perigoso, olhos que brilham como carvões quentes. Esconde algo sob a camisola, mas isso só me excita mais. Adoro o risco. O coração a bater forte quando penso nele. A aliança no dedo esquerdo, fria, enquanto imagino a mão dele quente na minha coxa.

Hoje foi mais um dia normal. Reunião no escritório, a chefer a falar de casos aborrecidos. Eu? Distraída. O telemóvel vibra. Mensagem dele: “Vens hoje? No barco. Rápido, antes de ires para casa.” Meu Deus, o pulso acelera. Respondo: “Sim. 20h.” Minto ao João ao telefone: “Tenho uma reunião com um cliente no porto. Volto cedo.” Ele acredita. Sempre acredita. Saio do metro em Alcântara, pernas a tremer. O sol põe-se, o cheiro a mar e peixe invade-me. Caminho rápida para o cais, olho em volta. Ninguém. Ou alguém? O barco dele balança na água escura, luz fraca na cabine. Subo a bordo, coração na garganta. Ele espera-me à porta, sem camisa, músculos tensos, cheiro a sal e suor. “Ana… finalmente.” Puxa-me para dentro, porta bate. Beija-me com fome, língua invasora. Sinto a culpa: e se o João ligasse agora? Mas o desejo ganha. Sempre ganha.

O Segredo que Começa a Queimar

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *