Eu sou Cathy, 37 anos, casada há 20 com o Lionel, mãe de três: o pequeno de 4, o miúdo de 10 e a Jessica de 18. Vivemos num aldeola isolada no Alentejo, casas espalhadas, só vacas e silêncio. De dia, sou a esposa perfeita: cuido da casa, dos miúdos, faço jantares, sorrio para os vizinhos velhos. Profissional? Trabalhei em contabilidade em Lisboa, mas agora é rotina. Aliança no dedo, sempre. Mas por dentro… ai, por dentro queimo.
Há duas semanas mudaram-se os novos vizinhos. O rapaz, 20 anos, estudante, músico. Chamemo-lo de João. Alto, olhos vivos, corpo atlético. Primeira vez que o vi, na sala deles, débardeur justo, jeans que marcavam tudo. O coração acelerou. ‘Bem-vindos’, disse eu, mas os olhos traíram-me. Ele sorriu, perverso. Desde aí, a tensão. Vínhamos tocar música na sala dele insonorizada: eu na bateria, Jessica no piano, ele na guitarra. As saias curtas que eu usava subiam, as mamas balançavam no ritmo. Sentia o olhar dele entre as coxas, na minha cueca. ‘Estás boa nisso’, dizia ele, voz rouca. Eu mordia o lábio, culpada mas molhada. A filha ali, o marido na Suíça a trabalhar… risco puro. À noite, no duche, tocava-me pensando nele, o contraste da aliança fria na pele quente.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima por Dentro
Hoje, o marido ligou: volta tarde. Jessica foi ao quarto, miúdos dormem. ‘Vou tocar um bocado sozinha’, disse eu, coração aos saltos. Bati à porta dele. ‘Entra, Cathy.’ A sala cheirava a ele, suor e desejo. Toquei bateria, saia aos poucos subindo, sem sutiã por baixo. Ele ajoelhou-se atrás, ‘Deixa ver melhor’. Coxas nuas, cueca vermelha encharcada. ‘Estás pingando’, murmurou, dedos roçando. ‘Não devíamos…’, hesitei, mas abri as pernas. Ele puxou a cueca, língua no clitóris. ‘Ah, foda-se, continua!’ Gemi, mãos na cabeça dele, mamas saltando livres. Ele chupava voraz, língua dentro, fora, no cu até. ’20 anos sem isto, caralho’, confessei, tremendo.
O Sexo Urgente e o Frisson do Risco
Não aguentei. ‘Fode-me agora!’ Tirei a saia, ele o calção. Pau duro, grosso, veias pulsando. Virei-me, mãos no banco da bateria, rabo ao alto. Ele entrou de rompante, ‘Que caralho apertado!’. Bombava forte, mãos nas minhas ancas, aliança brilhando enquanto ele me abria. ‘Imagina a Jessica aqui’, disse eu, excitada no proibido. ‘Ou nós as duas’. Ele gemia, ‘Vou gozar dentro!’. ‘Sim, enche-me, traidor do meu homem!’. O som molhado, pele a bater, suor escorrendo. Gozei primeiro, pernas a tremer, ele explodiu, jato quente no fundo. ‘Porra, que delícia de puta casada.’
Saí dali a correr, cueca no bolso, saia torta, cheiro de sexo. Em casa, jantei com os miúdos, sorri para Jessica. ‘Mãe, foste tocar?’ ‘Sim, filha, foi bom.’ Culpazinha no estômago, mas o pico de adrenalina… fico molhada só de lembrar. Amanhã volto. O segredo é meu, a dupla vida pulsa. Casada de dia, vadia à noite. Adoro este risco.