Eu sou a Maria, 35 anos, casada há 10 com o João, um homem de 50, bem-sucedido, estável. Vida perfeita: casa grande em Lisboa, job de advogada em firma top, aliança brilhando no dedo. Mas… ai, meu Deus, tem o outro lado. O segredo que me deixa louca de tesão. Adoro o risco, o coração acelerado, o medo de ser pega. Ontem mesmo, depois de uma reunião de equipe pra comemorar o fim de um caso grande, fomos pra uma pizzaria no Bairro Alto. Colegas rindo, vinho fluindo. Eu, toda arrumada: saia lápis preta, blusa justa, salto alto. Pareço a esposa fiel. Mas meus olhos… eles devoram o Alberto. Ele é o novo estagiário, 25 anos, quieto, mas com um olhar que me desmonta. A gente flerta há meses, mensagens no WhatsApp, toques ‘acidentais’ no escritório. ‘Precisa de ajuda com os papéis?’, ele diz, mão roçando minha cintura. Meu marido acha que sou santa. Se soubesse…
A tensão subia devagar. Na mesa, Charlota, minha ‘irmã de alma’ no trabalho, toda peitona balançando sem sutiã pra ganhar cafés grátis do garçom. Todo mundo ri, desafia. Eu entro na onda, mas por dentro… o Alberto me encara. Sinto a buceta pulsar. Olho pro meu anel de casamento, frio no dedo, e a mão dele quentinha na minha coxa por baixo da mesa. ‘Vai no banheiro em 5 min’, sussurra ele. Meu coração bate forte, tipo tambor. ‘Não posso, amor, tenho que voltar pro João antes da meia-noite’. Mas levanto, pernas tremendo. ‘Vou retocar o batom’, digo pros outros. Urgência pura. Ele já tá lá, porta dos homens entreaberta. Entro, tranco. ‘Maria, você tá molhada pra caralho’, diz ele, voz rouca, me empurrando contra a parede fria de azulejo.
A Rotina Impecável e o Segredo que Queima
Não dá tempo pra preliminares. Ele me beija faminto, língua invadindo, mãos subindo minha saia. Sinto o pau dele duro contra minha barriga. ‘Tira isso, rápido’, gemo, abrindo o zíper. Meu Deus, que caralho grosso, latejando na mão. Eu me abaixo, engulo tudo, chupo voraz, bolas na boca, saliva escorrendo. Ele geme baixo: ‘Porra, Maria, sua boca é um vício’. Mas eu quero mais. Levanto, viro de costas, empino a bunda. ‘Me fode agora, forte’. Ele não hesita: puxa minha calcinha pro lado, buceta encharcada aberta pra ele. Enfia de uma vez, fundo, me arromba. ‘Ahhh, caralho!’, grito abafado na mão. Ele mete rápido, urgente, mão na minha boca, outra apertando minha teta por cima da blusa. Pau entrando e saindo, molhado, barulho de pele batendo. Sinto o gozo vindo, pernas moles, coração na garganta. ‘Vou gozar dentro?’, pergunta ofegante. ‘Sim, enche minha buceta casada!’. Ele explode, jatos quentes me enchendo, escorrendo pela coxa. Eu viro, gozo tremendo, unhas cravadas no peito dele. 5 minutos, suor, cheiro de sexo no ar. ‘Te amo, mas vai’, diz ele, beijo rápido.
Saio primeiro, rosto corado, arrumo o cabelo no espelho. Volto pra mesa, pizza fria, risadas. Ninguém nota… ou nota? Charlota pisca: ‘Tá com cara de quem comeu o melhor doce’. Rio nervosa, coração ainda disparado. Pago a conta, pego o carro, chego em casa às 23h50. João dorme, beijo na testa dele. Deito, sinto o esperma dele secando entre as pernas, aliança fria contra o calor da lembrança. Culpa? Um pouquinho, sim. Mas o tesão… ai, o tesão de ser duas: a esposa perfeita e a puta secreta. Amanhã no escritório, vou olhar pro Alberto e molhar de novo. Quem sabe o risco não aumenta? Meu segredo me consome, mas eu vivo pra isso.