Minha Confissão: A Dupla Vida de Esposa Exemplar e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas num banco. Vida perfeita: casa asseada nos subúrbios de Lisboa, dois filhos na escola, eu advogada numa firma respeitável. Uso saias lápis, blusas discretas, aliança brilhante no dedo. Ninguém suspeita. Mas à noite, no nosso apartamento com vista para o parque da cidade, tiro tudo. Nu, só com o meu tatuagem de borboleta atrás do ombro. Gosto do ar na pele, do risco. Ele viu-me assim. O Dominique, quarentão, fotógrafo de animais, preso em casa por uma lesão. Do outro lado do parque, com a objectiva potente, captou-me. Não o meu corpo só – a borboleta. Inspirou-lhe uma exposição de fotos de borboletas do mundo inteiro. Fui à galeria, vi o vídeo: ‘Um tatuagem avistado inspirou-me’. Era eu. O coração acelerou. Liguei-lhe. ‘Vem posar’, disse. Fui. Ele devorou-me com os olhos frios, dominadores. Mandou-me despirmo-nos. Senti-me objecto, exposta. Mas adorei. Ele fodeu-me ali, duro, sem palavras doces. Saí a tremer, a cona latejante. Agora, vivo dividida. De dia, beijo o João, faço jantares. De noite, abro as cortinas, nu de novo, esperando que ele veja. O telemóvel vibra: ‘Vem. Desenho-te’. Hesito. O João chega cedo hoje. Mas o desejo vence. ‘Já vou’, respondo. Coração aos pulos, aliança no dedo, saio a correr.

Ele abre a porta nu, já com o cavalete pronto. ‘Senta no banco alto. Olha para mim. Não pares’. Eu, de camisa branca, desabotoo devagar. Ele não toca. Observa. O pau dele endurece enquanto desenha. ‘Toca-te se quiseres’, diz frio. Não preciso. Estou encharcada. Olhos nos olhos dele, sinto o cheiro do seu desejo. Ele larga o lápis, ajoelha-se entre as minhas coxas. Levanta a saia, beija a pele por dentro, subindo. Cheira a minha humidade pela cueca de algodão. Sopra. Eu gemo baixo. ‘Queres?’, pergunta. ‘Sim, fode-me a boca na cona’. Tira a cueca devagar, lambe-me inteiro. Língua funda, chupa o clitóris. Unhas nos cabelos dele. Gozo forte, contraio-me na boca dele. Ele levanta-se, ergue-me como nada. O pau grosso entra na minha cona escorrendo. ‘Apertas bem, puta casada’. Fodo-o de pé, pernas nas costas dele, aliança roçando o peito. Batidas rápidas, urgentes. ‘Vou gozar dentro’, grunhe. ‘Sim, enche-me’. Sinto o jato quente, o esperma a rebentar. Caímos ofegantes, suor misturado. Luz do parque entra pela janela.

O Segredo que Começou com um Olhar pelo Parque

‘Veste-te. Não te ligo. Vem só quando quiseres mesmo’. Rejeita o meu beijo. Saio zonza, cueca a segurar o gozo que escorre pelas pernas. Caminho rápida para casa, o João deve chegar. No duche, sinto o cheiro dele em mim. Não lavo tudo. Guardo o segredo. De dia, esposa perfeita, sorrisos no trabalho. De noite, penso na próxima pose, no risco. O Dominique desenha-me, fode-me, descarta-me. Frio, mas acende-me como ninguém. O João dorme ao lado, eu toco-me pensando no outro. Esta dupla vida… culpa? Pouca. Excitação pura. O frisson de ser apanhada, o contraste da aliança com o esperma seco na pele. Volto já. Não resisto.

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