Eu sou Juliana, 38 anos, casada com o Miguel há 12 anos. Advogada numa firma chique no Chiado, casa impecável nos subúrbios, jantares em família aos domingos. Tudo perfeito, né? Mas… por dentro, eu queimo. Há seis meses, num festival pagão perto das pedras do Almendres, vi ela. Lira. Dançava nua ao redor da fogueira, corpo esguio, pele morena brilhando no fogo, seios firmes balançando, ancas ondulando como se invocasse os deuses. Seus olhos verdes me pegaram. Meu coração bateu forte, a buceta umedecer de imediato. Voltei pra casa, mas não parava de pensar nela. Mensagens no WhatsApp, encontros ‘casuais’. Meu marido nem sonha. Eu adoro isso, o risco. A aliança no dedo esquerdo, brilhando enquanto digito pra ela: ‘Quero te lamber agora’. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais.
Hoje, menti pro Miguel: ‘Reunião com cliente fora’. Saí de salto alto, saia lápis, mas sem calcinha por baixo. Dirigi até a clareira secreta perto da nascente, coração martelando no peito. Ela já tava lá, tunica leve caindo dos ombros, sorrindo maliciosa. ‘Chegaste, minha casada safada?’ Abri a porta do carro, pernas tremendo. Nos beijamos ali mesmo, urgente, línguas se enroscando, mãos apertando bundas. ‘Rápido, tenho que voltar antes das 18h’, gemi. Ela riu, puxou minha blusa, mordeu meu pescoço. Meu Deus, o cheiro dela, suor misturado com ervas do festival. Caímos na grama úmida, perto da água correndo. Tirei a aliança? Não. Deixei no dedo, sentindo o metal frio enquanto enfiava a mão na cona dela, molhada pra caralho, lábios inchados, clitóris duro pulsando.
O Segredo que Começa a Queimar
Ela gemeu alto: ‘Fode-me, Juliana, usa os dedos como se fosse teu marido’. Enfiei dois, depois três, bombeando forte, o som molhado ecoando. Ela gozou rápido, corpo convulsionando, gritando ‘Sim, puta casada!’. Virei de costas, empinei a bunda: ‘Agora você, lambe minha buceta’. Ela obedeceu, língua quente chupando meu cu e cona, dedos abrindo tudo. Eu cavalgava a cara dela, coração na garganta pensando ‘e se alguém passa?’. O risco me fazia pingar mais. ‘Meta o dedo no meu cu’, pedi, voz rouca. Ela cuspiu, enfiou devagar, depois fodeu os dois buracos, eu rebolando louca. Gozei explodindo, jatos na boca dela, pernas moles. Não parou. Pegou uma erva grossa da margem, molhou na nascente e fodeu minha cona com ela, dura como pau, enquanto chupava meu clitóris. Outro orgasmo me rasgou, gritei abafado na mão.
Vesti-me rápido, corpo suado, cheiro de sexo grudado na pele. Beijo final, molhado: ‘Volta logo, minha vício’. Dirigi pra casa, aliança de volta, mas buceta latejando, cueca imaginária encharcada. Miguel chegou, beijou minha bochecha: ‘Como foi a reunião?’. Sorri, sentindo o sêmen imaginário dela em mim: ‘Perfeita’. No banho, toquei-me lembrando, gozei de novo pensando no segredo. Amanhã, rotina: tribunal, marido, família. Mas à noite, mensagens pra ela. Essa dupla vida me mata… e me faz viva. O frisson de quase ser pega? Incomparável. Quero mais.