Hoje no almoço, o Tiago me mandou mensagem: ‘Sex-shop, agora. Cabine das projeções.’ Meu coração acelerou. Sou casada, mãe, gerente de escritório. Vida certinha, aliança brilhando no dedo. Mas ele… ele me incendeia. Corri pra casa, troquei de roupa. Vestido preto justo, decote fundão, saia curta pra subir fácil, sem calcinha, lingerie vermelha apertando as curvas. Sob o casaco longo, ninguém nota. Saio pro ‘almoço com colega’. Mentira pronta pro marido.
No sex-shop, ele me espera. Moreno alto, olhos verdes, sorriso safado. Abraça forte, mão já sob a saia. ‘Sem cueca? Tá louca pra mim, né?’ ‘Você me deixa assim só de pensar.’ Depositei o casaco no balcão, tremendo. Atrás do cortinado escuro, ele abre meu vestido, mamas à mostra. Pincela os mamilos duros. ‘Vamos devagar.’ Mas não. Me leva pro corredor, cabine aberta. Poucos homens ao redor, sombras.
O Segredo que Começa na Rotina
‘Espalha as pernas, levanta a saia. Mostra pra eles.’ Começo a me tocar, dedos na cona molhada. Olhos fechados, mas sinto eles chegando. ‘Agora me chupa.’ Seu caralho duro na minha frente, veias pulsando. Engulo, lambo a cabeça, gemo baixo. Ele para: ‘Levanta, tira tudo.’ Saio nua, só ligas e sutiã empurrando os peitos. Corpo exposto, arrepios. ‘Vai de quatro na sala grande!’
Meu sangue gela. ‘Não, Tiago…’ Ele ri: ‘Vai, vadia.’ Atravessei o corredor sozinha, nudez total, homens me cercando. Chego ao meio da sala, canapés vazios, tela piscando pornos. Ajoelho devagar, mãos no chão, bunda empinada, cona aberta. Eles rodeiam. Sinto o cheiro de tesão no ar. Tiago anuncia: ‘Olhem essa puta casada, cona raspada e molhada pra vocês.’ Ele se ajoelha atrás, mãos nas minhas coxas, caralho grosso escorregando pra dentro. Fode forte, levrette, sem piedade. ‘Toma, sua cachorra!’
O Êxtase no Escuro e o Retorno Discreto
Um pau na frente, engulo enquanto ele me arromba. Gozo na boca, no peito. Outro me fode a boca, eu gemo alto. Dedos na minha raba, lambidas. Tiago me vira no sofá: ‘Masturba pra eles, conta o que sente.’ ‘Eu… eu enfio os dedos na cona, roço o clitóris… tá inchado, latejando.’ Olhos abertos, vejo eles batendo punheta. ‘Quero ser fodida!’ Ele me penetra de novo, eu chupo outro. Gozo gritando, corpo tremendo, ondas no ventre. Final no corredor: mãos na parede, pernas abertas, ele me martela até eu desabar, esperma escorrendo.
No salãozinho, nos abraçamos, carícias finais. ‘Você me destruiu.’ Ele ri: ‘Ainda não.’ Sem tempo, visto rápido. Olho um dos caras: ‘Fora daqui, sou senhora respeitável.’ Saio pro sol, pernas moles, cona dolorida, cheiro de sexo. Volto ao escritório, sorriso profissional. Marido liga: ‘Bom almoço?’ ‘Perfeito.’ No espelho, aliança limpa, mas dentro de mim, o fogo secreto. Amanhã? Já quero mais. Essa dupla vida… vicia.