Sou Inês, casada há dez anos, vida certinha em Lisboa. Trabalho numa administração pública, cheia de reuniões e decisões que me estressam. O meu marido acha que sou a mulher perfeita: jantares em casa, yoga aos sábados. Mas… tenho um segredo. O Miguel. Colega de projetos internacionais. Ele sabe como me fazer tremer.
Hoje, terça-feira, viagens profissionais alinharam-se. Íamos a Lyon, juntos. ‘Vai sozinha, amor’, disse o marido, beijando-me a testa. O coração batia forte enquanto fechava a porta. No comboio TGV, sentámo-nos frente a frente. Beijos roubados, línguas quentes, uma velhota a espreitar. Ri-me, mas a excitação crescia. A tablet entre nós impedia toques, mas os olhares… Meu Deus, eu molhava-me só de imaginar.
A Rotina Que Esconde o Fogo
Cheguei atrasada à praça, sol de primavera. Ele esperava, e eu… vista para matar. Saia branca curta, sandálias de tacão que ele me ofereceu, bustier negro sem sutiã. Os seios saltavam a cada passo, o vento levantava a saia, mostrando o fio dental prateado. A aliança brilhava no dedo, contrastando com o desejo. Caminhei devagar, sentindo o clítoris pulsar. Ele sorriu: ‘Demoraste, os teus clientes não te largavam?’ ‘Abelhas à volta do mel’, respondi, culpada mas louca de tesão.
No bouchon lyonnais, mesa no canto, banqueta alta isolava-nos. Comida rústica: salada, salsicha, tarte tatin partilhada. Uma colher, línguas lambendo creme dos lábios. Falei de posições para a noite. ‘De quatro, devagarinho.’ Ele apostou: ‘Chego ao fundo da tua cona.’ Ri-me: ‘Mentes. Vamos medir agora?’
Ele lavou a régua na casa de banho. Sob a mesa, de joelhos, subiu-me a saia. Unhas no fio dental, pressionando a fenda. Eu abri as pernas, molhada como nunca. ‘Rápido, o empregado anda por aí!’ Tirei o fio, tosa mínima, cona exposta, lábios inchados. Ele lambeu as coxas, depois a vulva. Língua no clitóris, sugando. Agarrava-lhe a cabeça, gemendo baixo. ‘Abre mais!’ Abri com os dedos, clitóris duro como pedra. Ele chupava voraz, eu tremia, clientes ao lado.
O Êxtase Sob a Mesa
Régua fria na entrada. ‘Para se doer!’ Enfiou devagar. Molhada, engolia fácil. Virei hélice, rodando dentro. ‘Ai, caralho!’ Pernas apertaram-lhe os ombros, gozei forte, squirt na banqueta. ‘Dezassete centímetros.’ Ri-me, ofegante. ‘Agora eu.’
Ele sentou-se bem, eu desci. Zíper baixo, pila dura na mão. Lambei as bolas, chupei o glande, engoli até à garganta. ‘Devagar, vais gozar cedo!’ Masturbei forte, ele agarrou a toalha. Baixei o bustier, esfreguei os mamilos na ponta. Chupei como puta, mão na cona molhada. Ele tremeu, jorrou na boca. Engoli tudo, lambi limpo. ‘Quinze centímetros.’ Rimos, beijámo-nos com gosto a porra.
Pagámos, saímos. Coração aos pulos, pernas bambas. Reuniões à tarde, trago o cheiro dele na pele. Volto a casa esta noite, marido beija-me, ignora o brilho nos olhos. O segredo arde, a culpa excita. Quero mais. Amanhã, volto à rotina… mas já penso no próximo risco.