Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida com um Amante Dominante e Mais Velho

Sou casada há dez anos, advogada numa firma respeitável em Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, casa arrumadinha no Chiado, rotina de jantares e ginásio. Mas… ai, o segredo. Tudo começou com uma aventura no cinema, onde me deixei tocar por um estranho mais velho. Desde então, anseio por isso. Exhibitionismo, submissão, o risco de ser apanhada. O meu marido não sabe de nada. Minto que saio com amigas. O coração bate forte só de pensar.

Há semanas, contactei-o online. Chamava-se António, 62 anos, reformado, alto, cabelo grisalho, olhos penetrantes. Vive sozinho num apartamento chique no Campo de Ourique. Falámos horas: ele dominante, mas gentil, quer guiar uma mulher como eu, casada e ‘inocente’. Descrevi-me: corpo esguio, 85D firmes, pele morena, sempre maquilhada. Ele ficou louco. Marcámos para ontem. ‘Vem de metro, sem cuecas, olhos vendados à porta’, disse-me. Tremi de excitação. O meu anel de casada brilha no dedo – contraste brutal com o que viria.

O Segredo que Me Consome de Desejo

Dia comprido no escritório. Reunições, sorrisos falsos. Às 17h, chego a casa, marido ainda no trabalho. Visto-me: impermeável por cima da saia rodada curta, blusa de seda branca, meias com liga, saltos altos. Nada por baixo. Peitos livres, já duros. Saio, mando mensagem: ‘No metro’. Coração aos pulos. Entro na carruagem lotada na Baixa-Chiado, dirijo-me para Campo de Ourique. Fico de pé, de frente para a porta, como mandou. Multidão de saída de expediente. Sinto-o antes de ver. Mão experiente levanta a saia devagar. Dedos abrem as nádegas. Arrepio. Olho fixo à frente, mordendo o lábio. Ele acaricia o cu, molhado já. Enfia um dedo na cona encharcada. ‘Tão molhada, putinha casada’, sussurra no ouvido. Duas estações assim, exposta. Quase gozo ali, pernas a tremer. Saio, entro no primeiro bar. Bebo um gin rápido. ‘Foi ele?’, pergunto ao telemóvel. ‘Sim, e vais gozar mais’, responde.

Chego ao prédio. Vendo os olhos com o lenço que trouxe. Abro o impermeável, peitos saltam contra a blusa. Toco à campainha. Ele abre, peignoir aberto, pila grossa e veiuda meia-molhada. ‘Entra, vadia.’ No salão, centro vazio, só uma cadeira. Senta-me, ele ao lado no sofá. ‘Abre as pernas, devagar.’ Obedeço, cona rapada à mostra, latejante. ‘Linda e molhada.’ Confirma que foi ele no metro. Levanta-se, ata os pulsos atrás com corda macia. Blusa aberta, mamações expostas, mamilos intumescidos. Ele pega na pila, roça nos peitos, sobe ao pescoço. ‘Gostas de caralho velho nos teus peitos?’ ‘Sim, senhor.’ ‘Bom.’ Esfrega entre eles, vai e vem lento. Eu gemo, anel frio no pulso preso.

O Encontro Proibido e Explosivo

‘De joelhos, atira o cu para trás.’ Nua só com meias e saltos, rabo empinado. Tira um pau de borracha grande. ‘Chupa.’ Engulo fundo, saliva escorre. Ele lubrifica, enfia outro pau enorme na cona. ‘Argh!’ Gozo quase logo, mas ele trava. Dedo no cu, depois dois. ‘Relaxa, cabra.’ Bomba no cu e cona, ritmo alucinante. ‘Goza para mim!’ Explodo, grito rouco, corpo convulso, baba no pau falso.

Ele senta à frente, condão na pila. ‘Chupa-me agora.’ Puxa cabelo, enfio o caralho gordo na boca. Engasgo, mas engulo até à garganta. Ele mama os peitos, pinça mamilos. Acelero, sinto-o pulsar. Goza jatos quentes na boca, engulo tudo. ‘Veste-te e vai. O teu marido espera.’ Saio, tiro o lenço no elevador. Beijo o espelho, excitada.

Chego a casa às 21h. Marido janta pronto. ‘Foi bom com as amigas?’ ‘Sim, amor.’ Deito-me, cona ainda lateja. Toco-me debaixo dos lençóis enquanto ele dorme. O segredo arde. Amanhã, mais trabalho, mas já quero o próximo risco. Culpa? Pouca. Excitação? Total. A minha dupla vida é viciante.

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