Minha Dupla Vida: A Noite Secreta com o Patrão e a Contabilista

Sou casada há dez anos, Vera, 35 anos, secretária numa empresa em Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, viagens de fim de semana, roupa impecável no trabalho. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. O patrão, o Chris, alto, confiante, sempre me olha de um jeito que me faz tremer. E a Laurinda, a contabilista, curvilínea, peitos fartos, sabe tudo. Ela me contou as fodas dele no escritório. Meu coração acelera só de imaginar.

Marido fora por uns dias, num congresso. Recebo o convite dela: jantar em casa, ‘surpresa gourmet’. Eu sei o que quer dizer. Coloco o fato elegante, saia justa, meias pretas com liga vermelha – por baixo, o proibido. Aliança no dedo, brilhando. Subo as escadas do prédio chique, batidas fortes no peito. Porta abre: Laurinda, sorriso safado. ‘Entra, Vera.’ Onde está ele? Sala com mesa para três, velas acesas. ‘Ele chega já’, diz ela, pernas cruzadas, mostrando renda branca.

O Convite que Abalou Minha Rotina

Chega o Chris, rosas na mão. Olhares trocados. Aperitivo, champanhe. Laurinda confessa: ‘Eu contei tudo a ela, patrão. As nossas fodas no bureau.’ Eu coro, mas a cona já molha. ‘Strip-jantar’, propõe ela. Roupas fora a cada prato. Vestes primeiro. Depois blusas – eu fico de sutiã rendado, ele de peito nu. Pernas tremem. Saia cai: minhas coxas, liga tensa. Ele baixa calças, caralho duro no boxers. Olho a aliança dele, a minha. Coração na garganta.

Prato principal. Laurinda manda: ‘Agora, Chris, masturba-te na taça.’ Ele obedece, pau grosso na mão. Nós incentivamos: ‘Vai, goza para nós.’ Eu abaixo copas, tetas duras. Ele explode, porra quente na taça. Laurinda divide na gelado: ‘Maçã com leitinho.’ Provo, salgado, meu. Excitação pura. Culotes fora. Eu nua, só meias e saltos. Ele pelado. Mãos dela na minha cona, dele nas tetas.

O Prazer Proibido e o Retorno ao Normal

Sobremesa: chantilly nos corpos. Laurinda lambe minhas tetas, eu chupo o pau dele – grosso, veias pulsantes, sabendo a pré-gozo. Ele devora a cona dela, raspadinha, clítoris inchado. Deito no sofá, pernas abertas. ‘Fode-me, patrão.’ Ele entra, devagar primeiro, depois ramona forte. ‘Que cona apertada, Vera.’ Eu gemo: ‘Mais, fode a tua secretária casada.’ Laurinda senta na cara dele, cona pingando. Eu gozo gritando, unhas nas costas dele. Troca: ele na Laurinda, eu lambo os ovos dele, dedo no cu dela.

Laurinda pega strapon negro. Enfia em mim enquanto chupo ele. ‘Lamba o cu do patrão’, manda ela. Língua na raia dele, salgada. Gozo de novo, esguicho. Ele me vira, fode o cu – apertado, ardendo bom. ‘Toma porra no rabo, puta secreta.’ Enche-me. Nós três suados, ofegantes. Beijos, lambidelas finais.

Volto a casa de madrugada, corpo dorido, cona latejante, porra escorrendo. Chovo, disfarço cheiro. Marido liga: ‘Tudo bem, amor?’ ‘Sim, noite calma.’ Sorrio no espelho, aliança suja. Amanhã no escritório, olhares cúmplices. O segredo queima mais que o sexo. Quero mais. Esta dupla vida… vicia.

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