A Minha Dupla Vida: O Segredo Quente no Metro de Lisboa

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, um contabilista certinho. De dia, sou advogada num escritório chique no Chiado. Vida impecável: casa em Alcântara, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… ai, o segredo. Há seis meses, no metro lotado, cruzei-me com ele. O Zé, baixinho, gordinho, careca, daqueles que ninguém nota. Mas o caralho dele… Meu Deus, rígido como pedra. Desde então, é a minha fuga. O coração bate forte só de pensar. Hoje, outra vez. Saio de casa, beijo o João, ‘Volto cedo, amor’. Ele nem sonha. No metro, Marquês de Pombal, vejo-o. Olhares cruzam. A aliança no meu dedo brilha, mas a minha mão já treme. Estou de saia justa, salto alto, tanga fina. O wagon enche-se. Colamo-nos. Sinto-o contra mim. Duro. ‘Preciso de ti’, sussurra ele no meu ouvido. Engulo em seco. Culpa? Um bocadinho. Mas o fogo… o fogo ganha sempre.

A tensão sobe. O metro sacode, corpos apertados. A minha cona já molha. Ele desliza a mão pela minha saia, roça a tanga. ‘Estás pronta?’, murmura. Aceno, mordendo o lábio. O meu coração martela, suor na nuca. Alguém tosse ao lado, mas nós… isolados no caos. Eu viro ligeiro, mão na bragueta dele. Abro o fecho, devagar. O caralho salta, quente, grosso, veias pulsantes. ‘Foda-se, Ana, branqueia-me’, pede ele, voz rouca. Aperto, subo e desço, polegar no glande escorregadio de pré-gozo. Ele geme baixo, mão no meu cu. Enfia o dedo pela tanga, roçando o buraco apertado. ‘Molhada toda, safada’. Eu gemo, ‘Mais fundo, Zé’. Ele obedece, polegar no cu, indicador na cona. Bomba-me, ritmado. Sinto os lábios inchados, sucos a escorrer pela coxa. O risco… portas a abrir, gente a entrar. ‘Vai gozar?’, pergunto, acelerando. ‘Sim, caralho, agora!’. Ele treme, jorra quente na minha mão, escorrendo pelos dedos. Eu aperto até à última gota, lambo disfarçadamente. Ele retribui, dois dedos na cona, rápido, fundo. ‘Goza pra mim, puta casada’. Eu venho, pernas bambas, mordendo o ombro dele para não gritar. Ondas, contrações, molho toda.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Desejo

Portas abrem em Baixa-Chiado. Eu saio, ajusto a saia, limpo a mão num lenço. Ele fica, piscadela cúmplice. Caminho para o escritório, pernas moles, cona latejante. O João liga: ‘Tudo bem, amor?’. ‘Sim, atraso no metro’. Sorrio sozinha. O segredo arde dentro de mim. Chego a casa à noite, jantar pronto, beijos castos. Deito-me, toco-me relendo o dia. A aliança fria no dedo, mas o cheiro dele na pele. Amanhã? Outro risco. Esta dupla vida… vicia. Culpada? Nem por isso. Excitada? Sempre.

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