Sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 12, advogada em Lisboa. Vida perfeita: casa na Alcantara, dois filhos, jantares de família. Mas… tenho uma amante. A Dona Maria, viúva rica, 45 anos, olhos de cervo, corpo esguio e peitos fartos. E a Sofia, a assistente dela, jovem safada de 25. Tudo secreto. O coração bate forte só de pensar.
Hoje, almoço com a sogra. Sirvo a mesa, sorriso colado. ‘Está tudo bem, Ana?’ Sim, sogra. Mas debaixo da saia, a cona já pulsa. Tenho um pacote para entregar à Dona Maria. ‘Não abras, entrega pessoalmente’, disse ela ao telefone. O João acha que é trabalho. Minto fácil. Visto-me: blusa justa, decote sutil, aliança brilhando no dedo.
A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome
Saio de carro. Lisboa fervilha: trânsito na 2ª Circular, cheiro a mar e escape. Penso nela. O risco… e se o João liga? Paro num sinal, mão treme no volante. Chego à mansão dela em Cascais. Jardim grande, palácio moderno. Ela abre a porta: robe solto, cabelo solto, perfume almiscarado. ‘Entra, querida.’ Sofia sorri maliciosa atrás.
No salão, veludo azul. Dou o pacote. Ela rasga: tiras de couro, cabo grosso como pila. ‘Perfeito. Sabes o que é?’ Coro. ‘Para chicotear… e foder.’ Sinto o rubor subir. Ela acaricia o cabo. ‘Como pele quente.’ Leva-me a uma sala secreta: luz suave, tapete fofo, cama redonda, espelho enorme. Quadros eróticos nas paredes: mulheres lambendo-se, orgias, paus grossos.
‘Olha este: eu a chupar um caralho enorme.’ Sofia ri. ‘E aquele cu? É o meu.’ Meu coração martela. Minha mão aperta a dela sem querer. A aliança fria contrasta com o calor da pele dela. Sofia toca-me as costas. ‘Estás excitada, não estás?’ Sim… não resisto. Ela sinaliza. Sofia desabotoa-me o vestido. Peitos saltam livres. Dona Maria despiu-se: cona depilada, lábios inchados. Sofia nua, mamas pesadas.
O Encontro Proibido e o Prazer Explosivo
Deito-me. ‘Vamos tratar de ti primeiro.’ Sofia massageia meus peitos, belisca mamilos. ‘Duros como pedras.’ Dona Maria abre minhas pernas. ‘Cona gorda, já molhada.’ Cheira a sexo. Dedos finos abrem-me, roçam o clitóris. ‘Gordo e arrogante.’ Geme. ‘Lamba-me os mamilos, Sofia.’ Eu abro mais as coxas. Língua dela na fenda: salgada, quente. ‘Gosto de cona fresca.’ Chupo ar. ‘Mais fundo!’
Meu corpo arqueia. ‘Vou gozar!’ Ela aspira o clitóris. Gritou. Explosão. Lágrimas nos olhos. Elas afagam-me. Agora eu. Dona Maria deita-se, pernas escarranchadas. Cona aberta como flor. Lambo: doce e salgado. Sofia atrás, mama no meu cabelo, mão na minha bunda. ‘Enfia o pau de couro.’ Pego no strap-on. Enfio devagar. ‘Mais forte! Fode-me!’ Bomba. Ela goza tremendo.
Troca. Sofia na cama, cona pingando. Dona Maria lambe-a, eu chupo os peitos dela. Depois, eu lambo Sofia: clitóris inchado, sucos grossos. Ela goza violentamente, coxas apertam minha cara. Pantelantes. Olho o relógio. ‘Tenho de ir.’ Visto-me às pressas, cona ainda latejante, cheiro de sexo no ar.
Volto a casa. João: ‘Foi bem?’ Sim, amor. Beijo-o, aliança no pescoço dele. Janto normal. Mas por dentro… o segredo queima. Amanhã, mais. Adoro esta dupla vida. O risco? Meu afrodisíaco.