Eu sou a Ana, 36 anos, casada há 10 com o Pedro, advogado respeitado em Lisboa. De dia, sou a mulher perfeita: saias lápis no escritório, jantares em família, aliança brilhando no dedo. Ninguém imagina. Mas tenho uma vida dupla. Tudo começou há meses, quando conheci o Vasco e a Inês num clube de squash nos subúrbios. Eles são casados, como eu, mas… livres. O Vasco, alto, musculado, olhos castanhos que me devoram. A Inês, curvas perfeitas, cabelo loiro solto, sempre a rir com malícia.
No início, eram só jogos. Eu ia jogar com o Pedro, mas ele cancelava sempre. Um dia, juntei-me a eles. O Vasco colava-se a mim para ‘corrigir’ o golpe, o corpo dele quente contra o meu. Senti o pau endurecer contra a minha coxa. ‘Desculpa, Ana’, murmurou, mas os olhos diziam o contrário. A Inês via tudo, sorria. Depois do jogo, nas duchas separadas, trocávamos olhares. Ela piscava: ‘Vem jogar connosco mais vezes’. O coração batia forte. Voltei para casa, o Pedro a beijar-me a face, e eu molhada por baixo da saia. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. O risco de ser apanhada… isso matava-me de desejo.
A Rotina Impecável e o Chamado do Proibido
A tensão crescia. Mensagens codificadas: ‘Squash amanhã?’. O Pedro achava normal eu ir sozinha. ‘Vai, amor, relaxa’. Mal sabia. Na semana passada, após o jogo, suados, ofegantes, o Vasco sussurrou: ‘Queres algo mais forte?’. A Inês riu: ‘Deixa-nos tratar de ti’. Meu Deus, o sangue ferveu. ‘Não posso demorar, o Pedro espera-me em casa’. Mas fui. Eles levaram-me aos balneários vazios, à noite. Porta entreaberta, risco de alguém entrar. Perfeito.
Lá dentro, urgência pura. A Inês trancou a porta, mas fraca. ‘Rápido, Ana’. Despi-me, aliança reluzindo contra a pele dela quando a toquei. Beijámo-nos, línguas famintas, seios roçando. O Vasco atrás de mim, pau duro como pedra contra as minhas nádegas. ‘Quero foder-te agora’, grunhiu. Inês ajoelhou-se, lambeu a minha cona já encharcada, língua no clitóris, dedos dentro. Gemi baixo, coração aos saltos. ‘Cala-te, ouviu-se lá fora’, disse ela, mas chupava mais forte. O Vasco meteu-me dois dedos no cu, lubrificado com saliva. ‘Estás tão apertadinha’. Virei-me, chupei o caralho dele, grosso, veias pulsantes, bolas pesadas. Engoli até à garganta, saliva escorrendo. Inês lambeu as minhas tetas, mordeu os mamilos duros.
O Encontro Rápido e Selvagem nos Balneários
Não aguentei. ‘Fode-me, Vasco!’. Ele empurrou-me contra a parede fria, azulejos molhados. Pernas abertas, cona exposta. O pau entrou de rompante, fundo, batendo no colo do útero. ‘Caralho, que molhada estás!’. Fodia-me forte, rápido, pausas para não gozar já. Inês beijava-me, mão no clitóris. ‘Goza para nós, puta casada’. Gozei primeiro, cona a contrair, sumo escorrendo pelas coxas, mordi o lábio para não gritar. Ele acelerou, ‘Vou encher-te essa cona’. Jatos quentes dentro, esperma a pingar. Inês lambeu tudo, limpou-me com a boca.
Cinco minutos, não mais. Vestimo-nos a correr, beijos apressados. ‘Até à próxima, secretária safada’, piscou o Vasco. Saí, pernas trémulas, cheiro a sexo no ar. No carro, aliança no volante, coração ainda disparado. Cheguei a casa, Pedro dormia. Deitei-me ao lado dele, cona dolorida, esperma a vazar no lençol. Toquei-me devagar, revivendo. O segredo é meu. Amanhã, sou a esposa perfeita. Mas noites assim… valem tudo. O risco? É o que me faz viva. Quero mais.