Eu sou a Maria, 35 anos, casada há 12, mãe de dois, advogada em Lisboa. De dia, sou a mulher perfeita: saias alinhadas, reuniões sérias, jantares em família. O meu marido, o João, é um amor – engenheiro estável, beijos na testa à noite. Mas… há seis meses, a minha vida rachou. Tudo começou numa confissão banal na igreja de São Roque. O Padre Miguel, 40 anos, olhos verdes penetrantes, voz grave. Falei de stresses do trabalho, mas os meus pensamentos… ah, Deus me perdoe, fantasiava com ele enquanto me tocava em casa. Ele percebeu. ‘Maria, o desejo é uma tentação forte’, disse. E marcou-me um ‘conselho privado’. O meu coração bate descompassado só de lembrar.
Hoje, saio do escritório às 18h. Olho o anel de casada no dedo, brilha sob as luzes da rua. Penso no João a preparar o jantar, as crianças a fazer homework. ‘Vou atrasar, reunião’, minto por mensagem. Dirijo para a capela pequena nos arredores, mãos a tremer no volante. Estaciono num beco escuro. Entro pela porta lateral – ele deixa aberta. O cheiro a incenso enche-me os pulmões. ‘Maria…’, sussurra ele da penumbra do confessionário. Fecho a porta. O risco? Qualquer fiel pode entrar. Adrenalina pura. Sinto a cona já molhada, as cuecas encharcadas.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado
‘Padre, não devíamos…’, hesito, mas ele puxa-me para si. Beija-me o pescoço, mãos sob a saia. ‘Shh, é o nosso segredo divino.’ Arranco a batina dele, o caralho salta duro, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Eu ajoelho, engulo-o inteiro – sabe a salgado proibido, garganta apertada. Ele geme baixo, ‘Puta de Deus…’. Levanto a saia, ele rasga as cuecas. Dedos no clitóris, circula devagar, depois rápido. ‘Estás encharcada, Maria.’ Gozo na mão dele, pernas a tremer, mordendo o lábio para não gritar. Ele vira-me contra a grade de madeira. ‘Olha o teu anel, casada safada.’ Empurra o caralho na cona de uma vez – fico cheia, esticada. Bomba forte, urgente, pa-pa-pa contra a grade. Sinto os colhões batendo no cu. ‘Mais fundo, Padre, fode-me como a rameira que sou!’ Ele agarra os meus cabelos, acelera. Goza dentro, quente, jorros que escorrem pelas coxas. Eu venho outra vez, unhas na madeira, coração aos saltos. Cinco minutos – perfeito, arriscado.
Saio primeiro, ar fresco na cara corada. Ajusto a saia, sinto o esperma a pingar, molha a meia. Dirijo de volta, rádio ligado para disfarçar o pulsar entre as pernas. Chego a casa, cheiro a lasanha. ‘Desculpa o atraso, amor.’ Beijo o João, ele nem nota o rubor. Janto, ajudo as crianças, deito-me ao lado dele. Mas debaixo dos lençóis, toco-me devagar, revivendo o caralho do Padre na cona, o risco de sermos apanhados. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã, mais uma ‘reunião’. A minha dupla vida arde, e adoro cada segredo.