Sou casada há sete anos, Ana, 35 anos, advogada num escritório chique em Lisboa. Vida impecável: marido amoroso, casa arrumadinha, jantares em família. Mas… tenho esta fome. Um segredo que me consome. Adoro o risco, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada. A aliança no dedo esquerdo brilha, mas por baixo, eu queimo.
Era final de verão. Bronze total das praias do Algarve, mas notei manchas claras na pele. Nada grave, disse o marido, vai ao dermato. Marquei para uma quinta-feira, última hora, não queria perder tempo. ‘Última paciente’, sorriu a assistente ao fechar a porta à chave. Coração acelerou. Já era noite, consultório vazio.
A Vida Perfeita e o Desejo que Arde por Dentro
Entrei na sala. O doutor, uns 45 anos, charmoso, barba bem aparada. Expliquei as manchas. ‘Despe-se toda e deite na marquesa’, disse calmo. Tirei o vestido, sutiã, cueca. Nua, só a aliança fria contra a pele quente. A assistente, morena curvilínea, blouse branca que marcava os mamilos, baixou as persianas. Penumbra. Pegou num pó branco, talco suave, e começou a espalhar: ombros, seios, barriga. Dedos quentes, demorados nos meus peitos. Arrepiei-me. ‘Tem de tirar tudo para ver bem’, sussurrou, baixando-me as cuecas devagar.
Nuas, as manchas brilhavam sob a luz negra do doutor. Ele inclinou-se, loupe nos olhos. ‘Vire-se’, ordenou. A assistente espalhou pó nas costas, coxas, subiu às nádegas. Dedos na minha raia, roçando o cu. Meu Deus, cona começou a pulsar. Tentei disfarçar, mas… endureci os mamilos, molhei. Ela abriu-me as nádegas, doutor olhou tudo, mão na minha bunda, espalhando o pó como carícia. ‘Perfeito’, murmurou ele. Senti o pau dele duro contra a minha perna.
O Êxtase Proibido no Consultório Escuro
‘Volte-se, Ana.’ Gemi baixinho, envergonhada mas excitada. Pau dele saltou da braguilha. A assistente sorriu, pó no meu monte de Vénus, dedos na cona. ‘Estás tão molhada’, disse ela. Doutor agarrou-me o clitóris, masturbou devagar. ‘Que… faz?’, balbuciei. ‘Shh, deixa-te levar.’ Mão forte na minha cona, dedos dentro, fodendo-me ritmado. Ela chupou os meus mamilos, língua gulosa. Aliança roçando o pau dele enquanto eu o apalpava. Coração disparado – marido manda SMS: ‘Janta?’ – risco puro.
Acelerou. Dois dedos no cu dela agora, mas eu… gritei quando gozei, jatos na marquesa. Ele virou-me de bruços, vaselina fria na raia. ‘Tratamento local.’ Assistente enfiou dedos no meu cu, abrindo-me. Doutor posicionou-se, pau grosso na minha cona. ‘Fode-me!’, implorei, esquecendo tudo. Entrou forte, rápido, batendo fundo. Ela masturbava-se ao lado, gemendo. ‘Mais forte, doutor!’ Ele fodia como animal, mão na boca para não gritar. Gozei outra vez, cona apertando o caralho dele. Ele explodiu dentro, quente, proibido.
Ela limpou-me com toalha quente, dedos ainda brincando. ‘Volta quando quiseres, Ana.’ Vesti-me a tremer, aliança suja de suor. Saí, pernas bambas. Cheguei a casa, beijei o marido, jantei como se nada. Mas no banho, toquei-me outra vez, revivendo. Segredo guardado, dupla vida intacta. Amanhã, escritório, mas esta noite… sonharei com eles. O risco? Viciante. Quem diria que uma consulta virava foda épica?