Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa Perfeita e Amante Voraz

Sou a Sofia, 42 anos, casada com o João há vinte. Vida perfeita por fora: gerente de contas num banco em Lisboa, casa arrumadinha nos subúrbios, jantares românticos. Ele é fofo, mas… na cama, acaba em dois minutos. Há meses, ele confessou o fetiche: queria que eu experimentasse outro homem pra me satisfazer. Eu disse não, choque total. ‘Estás louco?’, respondi. Mas a ideia ficou. O proibido, o risco de ser apanhada… meu coração acelera só de pensar.

Hoje, depois de semanas a falar no app com o Miguel – um tipo de 35, bombeiro, pauzão nas fotos –, a tensão rebentou. Saímos pro nosso restaurante favorito. Eu no vestido preto justo, mamas empinadas, rabo redondo que ele adora apertar. No carro, a mão dele na minha coxa, subindo devagar. ‘Queres-me tanto?’, sussurrei, molhada já. Mas pensava no Miguel. Em casa, ele me mama os peitos, enfia-me dois dedos, mas goza cedo nas minhas nádegas. ‘Foi bom, amor’, minto, fingindo gemer. Deito ao lado dele, ele adormece. Meu clitóris pulsa. ‘Vou buscar leite’, digo baixinho, saio de casa às duas da manhã. Coração aos pulos, aliança a brilhar no dedo enquanto dirijo pro motel discreto na marginal.

O Segredo que Começou a Queimar Dentro de Mim

Chego, bato à porta 12. Ele abre de toalha, olhos famintos. ‘Finalmente, cabra casada’, rosna, puxa-me pelo cabelo e beija com língua gulosa. Sinto o cheiro dele, suor masculino, pau já duro contra minha barriga. ‘Fode-me rápido, o meu marido pode acordar’, gemo, culpada mas a pingar. Ele ri: ‘Vais voltar pra ele com a cona cheia do meu porra.’ Arranca o vestido, mama-me as tetas duras, morde os mamilos até doer gostoso. De joelhos, enfio-lhe o caralho na boca – grosso, veias saltadas, 20cm que o João nunca teve. Chupo voraz, baba escorrendo, bolas na mão. ‘Assim, puta’, ele geme, fode-me a boca até à garganta.

O Encontro Proibido e Explosivo

Deita-me na cama fedorenta do motel, abre as minhas pernas. ‘Olha esta coninha casada, encharcada pro estranho.’ Lambe devagar, língua no clitóris, dois dedos dentro, polegar no cu. ‘Gostas do cu lambido?’, pergunta. Hesito – ‘Não muito… mas faz.’ Ele ri, enfia a língua no meu rabo, chupa forte enquanto frita o clitóris. Gozo na boca dele, pernas a tremer, grito abafado na almofada. ‘Quero-te dentro’, suplico. Ele enfia o preservativo, entra de rompante – auuuch, enche-me toda, bate no fundo. De quatro, agarra-me as ancas, mete brutal: ploc-ploc-ploc, bolas a bater na cona. ‘Grita, safada!’ ‘Mais forte, fode-me como o meu marido não fode!’ Tapa no rabo, puxa cabelo, aliança roçando a dele na minha mão. Sinto outra onda, gozo esguichando no caralho dele. Ele acelera: ‘Vou gozar, toma!’ Sai, arranca o capuz, goza nas minhas tetas quentes, porra a escorrer.

Visto-me a tremer, beijo-o: ‘Foi insano.’ ‘Volta quando quiseres mais.’ Saio, pernas bambas, cheiro a sexo no carro. Chego a casa, João ronca. Deito, toco a cona inchada, sinto o sêmen seco nas mamas debaixo do pijama. Amanhã, café com ele, beijos na boca, vida normal. Mas eu sei: sou a esposa perfeita e a puta secreta. O risco? Mata-me de medo e excita-me pra caralho. Já quero mais.

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