Confissão: Minha Dupla Vida de Casada Safada na Praia Proibida

Sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita: casa no Restelo, filha de 12 anos, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… tenho uma dupla vida. Chama-se Miguel, 30 anos, corpo de ginásio, pau enorme. Conhecemo-nos num congresso em Faro. Desde então, mato a fome em segredo.

Hoje, no trabalho, o coração acelerava. ‘Vou ao ginásio depois’, disse ao João por mensagem. Mentira. Ele beijou-me à saída: ‘Amo-te, cuida-te.’ A aliança no dedo pesava enquanto eu conduzia para a Praia Éros, aquela nudista para adultos só, perto de Lagos. Adrenalina pura. E se me vissem? E se o João descobrisse?

O Segredo que Me Consome

Cheguei às 17h, sol poente, mar calmo. Despi tudo no carro, cona já molhada. Caminhei pela areia, seios ao vento, olhares devorando-me. Miguel esperava, nu, depilado, pila meia-mole a endurecer. ‘Estás linda, safada’, sussurrou, mão na minha bunda. Sentei-me ao lado dele, pernas abertas, fingindo óleo. O silêncio da praia: casais fodendo ao longe, masturbações discretas.

Não aguentei. ‘Fode-me agora’, pedi baixo. Ele sorriu, deitou-me na toalha. Coração aos pulos, suor frio. A aliança roçava o peito dele enquanto eu guiava a pila à entrada da cona. Grossa, 20cm, veias pulsantes. Entrou devagar, esticando-me toda. ‘Caralho, estás tão apertada’, gemeu. Eu mordi o lábio: silêncio, regra nossa. Subi em cima, cavalguei lento, seios balançando. Gota de suor caiu no peito dele. Mouille escorria pela pila, som chap chap molhado.

O Foda Selvagem ao Ar Livre

Acelerou. Fechei os olhos, mas abri ao ver olhares: um casal a 5m, ele com pila dura na mão dela. Adrenalina: ‘Mais forte, mas rápido, tenho de ir.’ Ele agarrou as nádegas, dedo no cu, enfiando devagar. ‘Gostas, puta casada?’ Sim, fodi mais, cona contraindo. Pau batia no fundo, glande inchado. ‘Vou gozar’, avisou. ‘Dentro, enche-me!’ Jatos quentes, esperma misturado à minha porra, escorrendo pelas coxas. Gozei tremendo, unhas nas costas dele, sem grito – só olhos nos voyeurs.

Ele limpou-me com a boca, lambendo tudo. Vestimo-nos rápido. ‘Até semana que vem’, beijo roubado. Conduzi de volta, cona latejante, cheiro de sexo no ar. Cheguei às 19h30. João: ‘Treino bom?’ ‘Sim, amor, exausta.’ Jantar normal, filha a contar escola. Debaixo da mesa, dedo na cona escorrendo esperma seco. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, mais mentiras. Amo esta puta que sou no segredo. O risco? É o que me faz viva.

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