Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de banco, vida perfeita em Lisboa. Casa arrumadinha, dois filhos na escola, eu advogada respeitada. Mas… tenho um amante. O Miguel, colega de tribunal, alto, moreno, pau enorme que me deixa louca. Este junho estava um forno, e eu menti ao João: ‘Vou visitar um castelo no interior com uma amiga, dia de menina’. Na verdade, era com o Miguel. Coração a bater forte enquanto conduzia até lá, o anel de casada a brilhar no dedo, pensando no risco.
Chegámos, parqueámos o carro dele num canto escondido. Íamos para o castelo, antigo, sem turistas, perfeito para o nosso segredo. De repente, a Nadette… quer dizer, eu quis mostrar-lhe uma flor, mas tropecei e dei-lhe um safanão no nariz. Sangue! Ele riu, mas eu entrei em pânico. ‘Desculpa, amor, vamos voltar?’ Ele limpou, parou o sangue rápido. ‘Não, continuamos. Mas agora compensas-me.’ Olhos dele cheios de malícia. Comprei os bilhetes, subimos escadas em caracol. A saia curta que pus para ele dançava, e eu sentia o olhar dele nas minhas nádegas. No caminho de ronda, vento quente, ninguém por perto. Ele encostou-se, mão por baixo da saia, apertou-me o cu devagar. ‘Para, vão ver-nos!’ sussurrei, mas o coração acelerava de tesão. ‘O guarda disse que estamos sozinhos, ouves a porta ranger a léguas.’ Beijou-me, língua quente, e eu derreti. ‘Depois do nariz, mereces.’ Tirei a calcinha e o sutiã, dei-lhe no saco da foto. Livre, nua por baixo, o ar a roçar a cona molhada.
O Segredo que Começou com um Mentira Inocente
Numa sala escura, sentei-me no banco de pedra, puxei-o para os joelhos. Beijos famintos, levantei a camisola, ele chupou os mamilos que endureceram como pedras. Pau dele rígido contra mim. Parei, ‘Vamos ver mais’, mas o fogo ardia. No topo da torre, mão dele outra vez no cu, beijou as nádegas, língua na racha. Abri as pernas, ele lambeu a cona aberta, sucos a escorrer. Gemidos meus abafados. ‘Vamos ao subsolo’, disse ele, escadas escuras. ‘Não vejo nada!’ Apoiei-me na parede, ele abriu-me, tirou a lanterna do saco – 20cm, cheia de bossas. ‘Para veres os pés.’ Encostou na cona, fria, entrou fácil, molhada que eu estava. Girou para ligar, eu gemi, respiração ofegante, enfiou fundo. Desci degraus, luz fraca pela saia, cada passo a foder-me por dentro. No subsolo, pernas bambas, orgasmo quase. Tirou-a, lambeu limpa. ‘Primeira vez com um brinquedo assim, corpo traiu-me.’
O Fogo Proibido e o Risco de Ser Apanhada
Noutra torre, recanto fundo, banco perto da janela para o pátio. Deitei-me, ele ergueu a saia, comeu-me a cona pingando. ‘Estás uma fogosa hoje.’ Levantei-me, apoiei na janela, saia nos rins, ele baixou calças, pau grosso saiu, espetou na cona de uma. Fodia-me forte, rápido, ‘Mais, fode-me!’ Vozes! Porta rangeu, turistas no pátio. ‘Não pares, não vêm já cá.’ Acelerou, eu mordi o lábio. Casal subiu escadas, conversando alto. Sentámo-nos no banco, ele dentro de mim ainda, saia tapada, cara de turista. Passaram, nem viram. Ela ergueu-se, empalou-se outra vez, cavalgou louca, cona a apertar, gozei gemendo baixo, ele jorrou dentro, esperma quente a escorrer pelas coxas. Limpámo-nos às pressas, ore lha atenta. Pernas moles, mas sorriso cúmplice.
Saímos, sol a queimar, eu com aliança brilhante, cona cheia dele, cheiro de sexo no ar. Voltei a casa, beijei o João, jantei normal. Mas no banho, toquei-me lembrando, tesão do segredo. Amanhã, vida de casada. Mas já marco o próximo. Esta dupla vida… vicia.