Sou Maria, 42 anos, casada há 15 com o João, um homem bom, engenheiro estável. De dia, sou gerente de banco em Lisboa, saias lápis, salto alto, aliança brilhando no dedo. Ninguém imagina. Mas à noite… ai, à noite eu vivo outra vida. Meu coração acelera só de pensar. Hoje é meu aniversário, disse ao João que ia jantar com amigas. Mentira. Estou me arrumando no banheiro, batom vermelho, vestido justo que marca tudo. Meu amante, Miguel, instrutor de tai-chi, me espera. Nos conhecemos num site de adultos há 10 meses. Ele sabe me levar ao limite.
Meu pulso dispara enquanto dirijo para o ponto marcado. Olho a aliança, sinto culpa… mas o tesão é maior. O risco de ser pega me molha toda. Paro na saída da autoestrada, ele surge no carro branco, kimono solto, sorriso malicioso. Sigo ele até sua quinta nos arredores. Coração na boca. ‘Pronta para a surpresa?’, diz ele ao telefone. ‘Sim, mas rápido, tenho que voltar antes do João acordar.’ Ele ri. ‘Hoje você é minha puta.’ Engulo seco, excitação explode.
A Rotina Falsa e o Chamado do Desejo
Chego, entro na limusina preta que ele alugou. Luxo total: champanhe, luzes baixas. Envelope com bilhete: ‘Esta noite é tua, abandona-te.’ Lágrimas de emoção. Rodamos 30 minutos até um castelo antigo, iluminado. Ele me espera, coloca máscara vermelha nos olhos. ‘Sou tua submissa esta noite.’ Descemos escadas em espiral para uma cavevoûtée, velas, paredes vermelhas, dois casais mascarados. ‘Boa noite, amigos. Marie se entrega a nós.’ Meu corpo treme.
Ele me beija, tira a máscara por um bandana. Mãos anônimas me tocam: ombros, costas, bundas. Danço, exibindo-me. Vestido sobe, pernas nuas. Dedos invadem minha cona molhada, roçando o clitóris. Gemo alto. ‘Que puta gostosa.’ Nuas em segundos. Um corpo me segura, outro lambe minha boceta, língua funda. Não sei se homem ou mulher. Seios apertados, mamilos chupados forte. Gozo de pé, pernas bambas, gritando ‘Fode-me mais!’.
A Orgia Selvagem no Castelo Escondido
Me amarram na cruz de Santo André, pernas e braços abertos. Colar de cachorra no pescoço. Fouet roça as nádegas, arrepio. ‘Mostra as tetas, vadia.’ Pinças nos mamilos doem delicioso. ‘Queres mais, puta? Dize!’ ‘Sim, sou tua salope, encule-me!’ Um caralho duro me penetra a cona por trás, bombar forte, eu rálo ‘Mais fundo!’. Depois a quatro patas no tapete. ‘Chupa nossas picas.’ Engulo uma, língua no saco, outra esfrega a cara. Perlas pré-gozo na boca. Debaixo, uma língua feminina lambe meu cu, dedos preparam. ‘Vai levar no rabo!’
‘Miguel, tu primeiro!’ grito. ‘Não, os outros primeiro, pra eu ver.’ Um estranho me enche o cu, devagar, depois selvagem. Gozo explosivo, cona esguichando. Outro na boca, jatos de porra na cara. Miguel por último: deita-me, mijão quente na pele, bebendo dele. ‘Boa puta.’ Exausta, plena.
Volto pra casa às 3h, corpo dolorido, cheiro de sexo. João dorme. Tomo banho rápido, deito ao lado dele, aliança fria contra pele quente. Sorrio no escuro. Amanhã, vida normal. Mas o segredo pulsa em mim. Já quero mais. Esta dupla vida… é viciante. Hum…