Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa Exemplar e Puta Secreta

Eu sou a Mariana, 36 anos, casada há 10 com o João, advogado certinho. Vida perfeita em Lisboa: casa em Cascais, empregos estáveis, jantares com amigos. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Vejo o anúncio num site discreto: ‘Casal na casa dos 30, corpo e mente sãos, procura jovem curioso para fantasia. Não percas.’ Initials N. e M., número lisboeta. O coração acelera. Ligo, voz trémula. ‘Boa noite, respondo ao anúncio.’ Ele, M., ri suave. Falamos horas, ele me sonda, eu transpiro, a cona já molhada. ‘Vens hoje?’ Pânico, mas digo sim. ‘Casa nossa em Cascais.’ Desligo, mão na aliança, marido no escritório até tarde. Corro para o quarto, espelho: roupa certinha, mas olhos famintos.

Chego de táxi, portão abre. Gravel range, coração na boca. Ela, N., abre a porta: alta, morena, libanesa talvez, robe branco. ‘Entra, Frederico.’ Sento no salão, Marc espera, fato escuro, olhos verdes. ‘Confias?’ Hesito, mas ‘Sim!’ alto. N. me leva ao banho: ‘Despe-te.’ Obedeço, pila mole de nervoso. Ela me mergulha em espuma de jasmim, fuma um charro, passa-me. Rói barba, depila axilas, pernas, pila em triângulo, cu todo. Óleo massageia, pila endurece. Vira-me, dedo no cu – arrepio. ‘Gostas, né?’

O Chamado do Desejo Proibido

No quarto, massageia nua sobre mim, unhas no cu. Levanta: ‘Veste-te.’ Guêpière preta, meias, tampão lubrificado no cu, tanga, saia curta, saltos. Maquilhagem: batom vermelho, brincos. ‘Pareces puta perfeita.’ Desço, Marc fuma: ‘Chupa-me, Frederica.’ Ajoelho, desabotoo, pila grossa salta, cheiro forte. Engulo, língua no glande, bolas na boca. Saliva misturada, gemo. N. junta-se, tira tanga, dedos no cu – três! Aliança fria roçando, contrastando minha aliança no dedo. ‘Curva-te, vadia!’

A Explosão de Prazer e o Regresso à Rotina

Marc fode boca, N. fode cu com dedos. Troca: Marc atrás, claque na bunda, pila entra seca – dói, mas quero mais. Bombeia forte, bolas batem nas minhas, mãos nas ancas. N. beija-me, mama na guêpière. ‘Toma, puta!’ Marc goza na boca: jatos quentes, engulo tudo, labio lambuzado. N. com strap-on negro: chupo, depois fode brutal. ‘Gostas de ser fodedor por mim, salope?’ Gozo sem tocar, cu apertando, grito. Corpo treme, suor, cheiro de sexo.

Depois, banho rápido. Visto-me homem, saio. Táxi para casa, marido chega: ‘Boa noite, amor.’ Beijo-o, gosto de porra na boca. Aliança brilha, cu arde. Amanhã, trabalho normal, mas lembro: sou esposa e puta. O segredo pulsa, molha-me outra vez. Quero mais.

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