Chamo-me Ana, tenho 35 anos, casada com o Miguel há dez. Vivo em Lisboa, esteticista num salão chique no Chiado. De dia, sou a mulher perfeita: saias discretas, aliança a brilhar no dedo, sorriso profissional. Atendo clientes, faço depilações, cuido da pele delas. À noite, janto com o marido, vejo séries. Mas… há um segredo. Um que me faz o coração bater descompassado só de pensar.
Tudo começou há uns dias. Uma cliente, trintona safada, contou-me da depilação total que lhe fiz. ‘O meu amante adorou’, disse. ‘Um prof de educação física, alto, gato. Quer o mesmo para ele’. O nome? Alain. Senti um frio na espinha. Alain… o miúdo de 15 anos que eu apanhei a espreitar-me debaixo da saia, há sete anos. Morava no prédio dos meus sogros, eu era a vizinha nova, esteticista principiante. Apanhei-o no ato, arrastei-o para casa, baixei-lhe as cuecas e dei-lhe uma tareia na bundinha que o fez chorar. Ele fugiu, envergonhado. Nunca mais o vi. Até agora.
O Segredo que Me Consome
Pedi o contacto. ‘Diz-lhe para marcar’. Mas mandei mensagem direta: ‘Lembras-te de mim? Ana, a das escadas’. Respondeu logo: ‘Como esquecer? Preciso de falar contigo’. Marquei no meu apartamento, marido no trabalho até tarde. Eu… culpada, mas excitada. O risco. A aliança no dedo enquanto pensava na pila dele endurecida. ‘Não devias’, pensei. Mas o desejo vencia.
Ele chegou às 13h, alto, musculado, olhos famintos. ‘Ana… estás ainda mais linda’. Beijámo-nos na bochecha, mas o ar crepitava. Sentámo-nos no sofá. ‘Aquele dia… mudou-me’, disse ele. ‘Quero exorcizar. Dá-me uma chance de inverter’. O coração batia-me forte. ‘Estás casada?’, perguntou, vendo a aliança. ‘Sim… mas hoje, sou tua’. Ele tremia. Eu também.
Ele despiu-se primeiro, nu, pila erguida como uma lança. Deitei-me no sofá, ele sobre as minhas coxas. Começou devagar, carícias na bunda por cima da saia. ‘Levanta’, murmurou. Ergui a saia, calças ao joelho. A cueca minúscula. Ele baixou-a, expôs-me. Tapotava suave, depois mais forte. Claque! Senti o ardor subir, a humidade entre as pernas. ‘Mais’, pedi, voz rouca. Claques ritmados, a bundinha a arder, o clitóris inchado. ‘Agora eu’, disse ele, ofegante.
O Êxtase Proibido e o Regresso
Troca. Ele debruçado, eu a bater. Mas parei. ‘Não consigo machucar-te’. Ele riu, despiu-me todo. Soutien, cueca voaram. Chupei-lhe a pila, grossa, venosa, até à garganta. ‘Fode-me’, supliquei. Deitei-me na cama, pernas abertas. A cona depilada, lisa, molhada. Ele entrou devagar, encheu-me. ‘Caralho, Ana, tão apertada’. Bombeava forte, eu cravava unhas nas costas dele. A aliança roçava o peito dele. ‘Imagina o teu marido’, gemeu. Gozei primeiro, cona a pulsar no caralho dele. Ele veio dentro, jatos quentes, gemendo ‘Ana, minha puta secreta’.
Não parámos. Ele lambeu-me o cu, dedo dentro, depois fodeu-me de quatro. Rápido, urgente – marido podia ligar. Claques na bunda enquanto me arrombava. ‘Vais a casa dele com a minha porra a escorrer’. Gozámos outra vez, suados, exaustos.
Vestimo-nos apressados. Beijo final, língua faminta. ‘Até breve, minha casada safada’. Saí, pernas bambas, cueca molhada na mala. Cheguei a casa às 17h. Miguel: ‘Tudo bem, amor?’. Sorri, ‘Sim, dia cheio’. Jantei, deitei-me ao lado dele. Ele adormeceu. Eu? Molhada ainda, dedos na cona, revivendo. Amanhã, salão normal. Mas o telemóvel vibra: ‘Queres mais tareia?’. O segredo arde. Adoro esta dupla vida. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais.