A Minha Dupla Vida: O Segredo Que Me Faz Tremer de Prazer

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, um tipo calmo e dedicado. Trabalho como advogada numa firma conceituada em Lisboa, sempre impecável no fato-talhado, cabelo apanhado, sorriso profissional. A minha vida pública é perfeita: jantares em família, fins-de-semana na casa da praia, posts no Instagram de casal feliz. Mas na minha cabeça, estás tu, o Miguel, o meu amante, com essa presença que não me larga. Sinto-te na pele, como se as tuas mãos ainda me marcassem os quadris. É uma loucura, eu sei. Culpa? Um bocadinho, mas o desejo é mais forte.

Hoje foi mais um dia daqueles. No escritório, a rever processos, o coração começou a bater forte só de pensar na mensagem que me mandaste: ‘Preciso de ti agora. Motel das Amoreiras, 18h’. Olhei para a aliança no dedo, brilhante, símbolo do meu casamento estável. Mas entre as pernas, já sentia aquela humidade quente, insistente, que só tu provocas. Menti ao João ao telefone: ‘Vou ao ginásio fazer yoga, chego por volta das 19h30, amor’. Ele nem desconfiou. Saí do trabalho a correr, o pulso acelerado, o peito apertado de adrenalina. E se alguém me visse? E se o João ligasse? Esse risco… ai, excita-me tanto.

A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome

Cheguei ao motel com as pernas a tremer. Tu já estavas à espera no quarto escuro, cheiro a limpo misturado com o teu perfume forte. ‘Finalmente’, disseste, puxando-me para ti com urgência. Beijámo-nos como famintos, línguas enredadas, mãos por todo o lado. Sentiste a aliança no meu dedo enquanto me despiasse a saia. ‘Casada e safada’, murmuraste, rindo baixo, e isso fez-me gemer. Atirei-me ao teu peito nu, lambi os mamilos duros, desci até ao teu pau já rígido, latejante. Tomei-to na boca, devagar no início, sentindo o gosto salgado da tua pré-gozo na língua. Chupava com fome, a cabeça a girar, tu gemias ‘Assim, caralho, engole tudo’. Aceleraste, fodendo-me a boca, as tuas mãos no meu cabelo.

O Encontro Rápido e Explosivo no Motel

Não havia tempo para preliminares longos. Viraste-me de costas na cama, abriste-me as pernas. ‘Estás encharcada, puta’, disseste, enfiando dois dedos na minha cona molhada, mexendo rápido. Gemi alto, mordendo o lábio para não gritar. Depois, o teu pau entrou em mim de uma assentada, grosso, quente, preenchendo-me toda. Fodias-me com força, rápido, a cama a ranger, o som molhado das nossas peles a bater. ‘Mais forte, Miguel, fode-me até gozar’, pedia eu, as unhas nas tuas costas. Sentia o teu suor a pingar no meu rabo, o cheiro dos nossos corpos a encher o quarto – suor, sexo, desejo puro. Gozei primeiro, o corpo a convulsionar, a cona a apertar-te, gritando baixo ‘Ai, porra, sim!’. Tu não aguentaste: puxaste para fora, viraste-me e gozaste na minha boca, jatos quentes e espessos na garganta. Engoli tudo, o gosto amargo e salgado a ficar na língua, como um vício que me delicia. Limpámos-nos à pressa, beijos roubados, ‘Amanhã de novo?’, perguntei, já vestida.

Saí do motel com as pernas bambas, o coração ainda disparado. No carro, toquei na aliança, agora suja de suor nosso, e sorri. Cheguei a casa, o João a cozinhar o jantar. ‘Como foi o yoga?’, perguntou, beijando-me na cara. ‘Óptimo, suada toda’, respondi, rindo por dentro. Sentei-me à mesa, o teu cheiro ainda na pele, a humidade entre as pernas a lembrar-me tudo. Ele nem sonha. Esta dupla vida é a minha droga, o meu jardim secreto. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Amanhã, quem sabe, arrisco mais. Tu és o meu paraíso proibido.

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