Sou casada há dez anos, vida perfeita aos olhos de todos. Trabalho como gerente de contas num banco em Lisboa, saias lápis, saltos altos, aliança brilhando no dedo. O meu marido acha que sou a mulher ideal: jantares em casa, fins-de-semana no Algarve. Mas… merda, eu adoro o risco. Há meses que marco estes ‘encontros profissionais’. Hoje, disse-lhe que tinha uma reunião com um cliente em Chelas. Trinta minutos de carro, mas com o trânsito, parece eterno. O coração bate forte, as mãos suam no volante. Olho para a aliança e penso: ‘Ele nunca vai saber’. Liguei para Taifa assim que desliguei o telefone com ele. ‘Chego em breve, amor’, mandei mensagem ao marido. Mas o desejo queima entre as pernas.
Chego ao prédio simples, dou o toque. Taifa abre a porta, aquela mulher africana forte, pele escura, sorriso safado. ‘Entra, minha querida’, diz com sotaque quente. Arrumamos o pagamento rápido, discreto. ‘Queres tomar duche?’, pergunta. Sim, por favor. Na casa de banho, tiro a roupa devagar, sinto a humidade já na cona. Volto enrolada na toalha, música africana suave no ar. Taifa veste uma camisola leve, curvas musculosas à mostra. ‘Deita-te, relaxa’, murmura. Tiro a toalha, fico nua na mesa de massagem, de bruços. A aliança ainda no dedo, fria contra a pele quente.
A Mentira que Acende o Fogo
Ela começa pelo costas, conversa sobre África, eu sei umas coisas de viagens. ‘O que queres hoje?’, pergunta, voz baixa. Hesito um segundo. ‘O de sempre… massageia-me aí, devagarinho, como no telefone. Com o brinquedo.’ Descobri isto há pouco, massagens íntimas na zona anal e G-spot. Não é para maricas, é puro prazer. Ela deita óleo quente na base das costas, desce pela racha do cu. Divinal, caralho. Dedos firmes massageiam testículos… não, as minhas bolas não, mas as pregas sensíveis, dos lábios até ao cu. Sinto a cona a pulsar, molhada sem tocar.
‘Vira-te’, diz. Estou de lado, ela espalha óleo no clitóris, no períneo. ‘Estás tão receptiva hoje’, elogia. A minha erecção? O meu clitóris inchado, latejante. Ela pega no pequeno vibrador, lubrifica. ‘Só para preparar, depois o maior.’ Enfia devagar no cu, eu gemo baixo. ‘Assim, respira.’ Ao mesmo tempo, mão na cona, masturbando o clitóris em círculos lentos. Óleo quente nas tetas, nos mamilos duros. ‘Gostas?’, pergunta. ‘Foda-se, sim’, respondo, voz rouca. Ajoelho-me, ela acelera a punheta no clitóris, mexe o vibrador no cu. Sensações duplicam: suave na frente, profunda atrás.
O Êxtase Proibido e o Retorno à Rotina
‘Pronta para o grande?’, sussurra. Aprovo, ansiosa. O gode maior, grosso, entra no cu devagar. Dói um pouco, mas abandono-me. ‘Boa menina.’ Vibra, pressiona a próstata feminina, o ponto P. Deito-me de costas, almofada debaixo do rabo. Ela deita mais óleo na cona, masturba forte. ‘Deixa-te ir, sem freios.’ Ondas vêm, orgasmo anal explode primeiro, como vaginal mas mais fundo. Grito, ‘Porra, Taifa!’. Ela ri, ‘És gulosa’. Acelera, eu gozo outra vez, squirt molha a mesa. Sperma? O meu sumo escorre, lava quente. Orgasmo múltiplos, irreais, corpo treme.
Ela tira o gode suave, cobre-me com toalha quente. ‘Incrível como sempre’, digo, ofegante. Assino o livro de ouro, saio a cambalear. No carro, marido liga: ‘Como correu?’. ‘Perfeito, chego já.’ Trânsito outra vez, mas sorrio. Amanhã volto ao escritório, aliança no dedo, segredo guardado. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Esta dupla vida é o meu vício.