Ontem de manhã, acordei com o coração aos pulos. O meu marido dormia ao lado, alheio a tudo. Eu, a Ana, enfermeira dedicada, mãe de família, com a minha aliança a brilhar no dedo. Mas lá no fundo, o desejo queimava. Tinha de ir ao hospital, fingir a rotina, mas sabia que ele esperava por mim. O senhor Manuel, o paciente idoso na ala privada. Ontem, ele deixou o bilhete: ‘Quero ver mais hoje’. Engoli em seco. E se me apanhassem? E se o meu marido soubesse? Mas isso… isso excitava-me ainda mais.
Cheguei à ala, o relógio a ticar. Fechei a porta com força, os passos ecoando no corredor vazio. Ele estava sentado na cama, todo vestido, olhos famintos. ‘Bom dia, Ana’, disse com aquela voz rouca. Sorri, nervosa, sentindo o calor subir. ‘O que queres hoje?’, perguntei, voz baixa, olhando para o bilhete na janela. Ele hesitou: ‘Os teus seios. Mostra-me, devagar’. Meu Deus, o risco. Olhei para a aliança, brilho frio contra a minha pele quente. Desabotoei a blusa devagar, o ar condicionado gelado nos mamilos. Tirei o sutiã, os seios pesados a saltarem livres, aréolas rosadas endurecendo.
A Tensão da Rotina e o Chamado Proibido
Ele ofegava, aproximando-se sem tocar. ‘São perfeitos, Ana. Mais bonitos que imaginava’. Corei, mas o tesão crescia. ‘Tocas?’, sussurrei, esquecendo o mundo. Ele estendeu a mão trémula, roçando a pele. O contraste: a minha aliança fria, os dedos dele quentes e enrugados. Inclinei-me, os seios roçando o peito dele. ‘Chupa’, pedi, voz urgente. Ele lambeu, sugando forte, como um bebé faminto. Gemi baixo, a cona a pulsar, molhada já. ‘Rápido, tenho de voltar à rotina’, disse, olhando o relógio.
O Ato Intenso e o Retorno à Normalidade
Não aguentei. Desci a saia, calções de lado. ‘Fode-me agora’. Ele gemeu, caralho duro apesar da idade. Montei-o, cona engolindo-o todo, quente e apertada. Cavalgava rápido, seios balançando na cara dele. ‘Assim, mais forte!’, gritei abafado. Ele agarrou as nádegas, metendo fundo, o som molhado ecoando. O coração batia louco, suor escorrendo entre os seios, cheiro de sexo no ar. Gozei primeiro, cona contraindo no caralho dele, mordendo o lábio para não gritar. Ele veio logo, jatos quentes dentro de mim, gemendo o meu nome.
Desci, pernas trémulas, limpando rápido com lenços. Vesti-me, aliança ainda lá, como se nada. ‘Amanhã?’, ele perguntou, olhos brilhantes. ‘Talvez’, pisquei, saindo. Voltei ao posto de enfermagem, sorriso profissional, atendendo pacientes. O marido ligou: ‘Tudo bem, amor?’. ‘Sim, só o de sempre’. Mas por dentro, o segredo ardia. A cona ainda latejava, esperma dele a escorrer devagar. Adoro isto: a esposa perfeita de dia, puta secreta à noite. O risco de ser apanhada? É o que me faz voltar. Amanhã, quem sabe, mais…