Sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, um tipo certinho, engenheiro. De dia, sou consultora numa firma séria, saias lápis, blusas discretas, sempre impecável. Ninguém diria que tenho esta fome dentro de mim. Tudo começou com uma visita ao sexólogo. Ele mexeu comigo, fez-me gozar como nunca, e desde aí… não paro de pensar em mais. O João? Nem sonha. Ontem, disse-lhe que saía com as amigas para um copo. Mentira. Fui ao clube libertino que uma colega mencionou, num bairro afastado de Lisboa. Coração aos pulos no carro, a aliança a brilhar no dedo, suando só de imaginar.
Entro, uma porta pesada, casal na entrada a receber. Ela, loira, sorriso safado, leva-me à visita. Bar chique, pista, depois os recantos escuros. Gemidos no ar, corpos a mexerem-se na penumbra. No subsolo, ar gótico, cruzes, bancos com correias. Vejo uma ruiva deitada ao colo de um gajo, fessas ao ar, a levar palmadas que a deixam vermelha. Ele enfia o dedo na cona dela, ela geme. Eu? Molhada já, só de ver. Um senhor de 60, pálido, bem vestido, aproxima-se: “Gostou? Eu domino isso há anos. Quer experimentar?”
A Rotina Perfeita e o Desejo Proibido
Hesitei. Vida normal vs. isto. Mas o fogo ganhou. “Sim… mas rápido, tenho de voltar cedo.” Ele sorri, leva-me a uma cabina com cortina fina, gente a espreitar. “Nu, só meias e saltos.” Tirei o vestido preto justo, o sutiã, a tanga minúscula. Fiquei nua, mamas pesadas, cona depilada, pernas em meias pretas e saltos de 12cm. De quatro no banco, rabo empinado, cona exposta. Ele acaricia devagar, apalpa as nádegas. Palmada! Dor boa, grito baixo. Alterna: carícias, pancadas fortes. Fessas a arder, vermelhas. Dedos roçam a cona, lábios inchados, clitoris latejante. “Estás ensopada”, diz. Pica os mamilos, forte, prazer-dor. Enfia dois dedos na cona, fodo-me neles, gemendo. Gente vê, adrenalina explode.
O Êxtase Rápido e o Regresso ao Segredo
Então, ouço: “Senhora A.? Da firma?” O Vítor H., cliente gordo, 50 anos, fato amarrotado, bêbado. Reconhece-me! Pavor, excitação. Ele abre as calças, picha grossa, dura. O velho diz: “Ela precisa de ser comida agora.” O gordo enfaixa-se, posiciona-se atrás. Sinto a cabeça grossa na entrada da cona. Empurra! Enche-me toda, rasgando. “Ahhh!” Grito, ele grunhe, barriga a bater nas fessas vermelhas. Fode forte, ritmado, safa quase toda e mete fundo. Mamilos doridos, cona a sugar aquela picha enorme. Maior que a do João. Gemo: “Mais… fode-me!” Ele agarra mamas, pica sem dó. Gozo primeiro, corpo a tremer, cona a pulsar. Ele sai, arranca capote, goza nas fessas, esperma quente a escorrer para o cu e cona aberta.
O velho pede: “Uma chupada?” Ajoelho, pego na picha fina dele, chupo gulosa. Ele goza na boca, engulo metade, cuspo o resto. Rápido, visto-me, fessas ardendo, esperma a colar nas coxas. Subo, bebo um copo, eles sorriem: “Volta, puta casada.” Saio, pernas bambas, dirijo para casa. Chego, João dorme. Tomo banho rápido, deito-me, cona ainda sensível. Amanhã, reunião com o Vítor H. Sorriso profissional, mas lembro a picha dele dentro de mim. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. Este segredo… vicia. Quero mais.