Chamo-me Maria, tenho 36 anos, casada há 10 com o António, um tipo certinho, gerente de banco. Vida perfeita: casa bonita nos subúrbios de Lisboa, dois filhos, brunch aos domingos. No trabalho, sou gerente de projetos, sempre impecável, saias lápis, cabelo apanhado. Ninguém diria que por baixo dessa fachada… eu queimo.
Há três meses, cruzei-me com o João numa friche industrial no norte da cidade. Ele, magro como um espeto, ar de cachorro abandonado, fugia de uns cabrões que o perseguiam. Salvei-o com a minha Vespa, levei-o para o meu restaurante asiático – sim, herdei-o da família, misturo indonésio com português. Ele contou-me tudo: viu um crime, um casal assassinado, e agora caçavam-no. O coração batia-me forte, mas não de medo. Era adrenalina pura. Desde aí, é o meu segredo. Mento ao António que saio com ‘amigas do trabalho’. Ele confia. Culpa? Um bocadinho, mas o tesão vence sempre.
O Segredo que Me Corrói por Dentro
Hoje, cheguei a casa às 18h. O António beijou-me na boca, as mãos castas no meu rabo. ‘Jantas cedo?’, perguntou. ‘Sim, amor, mas tenho de sair já já, reunião com a equipa.’ Menti sem pestanejar. Olhei para a minha aliança a brilhar, e pensei no caralho do João. O meu clítoris latejava já. Desci as escadas a correr, Vespa a roncar, rumo à friche. O coração no peito como um tambor. E se nos apanham? E se o António liga? Mas isso… excita-me mais.
O Sexo Urgente e o Risco de Ser Apanhada
Cheguei ao parking abandonado, ele esperava no escuro, encostado à parede. Magro, mas com olhos famintos. ‘Maria…’, murmurou. Puxei-o para mim, beijei-o com força, a língua a invadir a boca dele. Senti a ereção contra a minha barriga. ‘Rápido, temos de ser rápidos’, sussurrei, ofegante. Desabotoei-lhe as calças, a mão na aliança roçando o pau dele, duro como pedra, veias saltadas. Ele gemeu. Levantei a saia, sem cuecas – sempre assim para estes encontros. A cona já escorria, molhada de horas de antecipação. ‘Fode-me agora’, ordenei. Ele virou-me contra o carro, as mãos nas minhas coxas, abrindo-as. O pau entrou de rompante, sem preliminares, esticando-me toda. ‘Caralho, estás tão apertada…’, grunhiu. Bombei contra ele, os peitos a saltar fora do sutiã, mamilos duros roçando o metal frio do carro. Cada estocada era um risco: barulhos ao longe, luzes distantes. O coração acelerado, suor a escorrer, o cheiro a sexo no ar húmido. Ele agarrou-me os cabelos, fodia-me com força, o saco a bater no meu clitóris. ‘Vou gozar…’, avisou. ‘Dentro, goza dentro!’, implorei, sentindo o orgasmo a subir. Ele explodiu, jatos quentes a encher-me, e eu vim logo atrás, as pernas a tremer, mordendo o lábio para não gritar. Cinco minutos, puro fogo. Limpámo-nos com guardanapos, beijos apressados. ‘Amanhã?’, perguntou. ‘Sim, mas cuidado.’
Voltei a casa, o sêmen dele ainda a escorrer pelas coxas. Tomei um duche rápido, perfume para disfarçar. O António no sofá, TV ligada. ‘Tudo bem?’, sorriu. ‘Perfeito’, respondi, sentando-me ao colo dele, a aliança fria contra o pescoço. Por dentro, eu ardia. O segredo guardado, o risco de ser apanhada… é isso que me faz viva. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Amanhã, minto outra vez. E gozo mais forte.