Confissão de uma Portuguesa: A Minha Dupla Vida de Casada e Tarada pelo Risco

Tenho 36 anos, portuguesa de gema, vivo em Lisboa com o Pedro, o meu marido há 12 anos. Dois putos pequenos que me enchem o dia. Trabalho como consultora numa firma grande, ordenado fixe, casa gira nos subúrbios. Todo o mundo inveja: casal modelo, fotos no Instagram da família feliz. Mas… eu tenho um segredo. Uma dupla vida que me dá tesões que nem imaginas. Adoro o risco, o medo de ser apanhada. O coração a bater como um tambor, a aliança no dedo a roçar na pila de outro homem. Culpa? Um bocadinho. Mas o prazer ganha sempre.

Há sete anos, o nosso casamento quase acabou por causa de uma asneira minha. Ele perdoou, mudámo-nos para longe da família, cortámos amigos. Reconstruímos. Agora, ele é o pai perfeito, eu a esposa dedicada. No sexo? Rotina pura. Missionário às luzes apagadas. Eu finjo gozar, mas sonha com mais. Com o proibido. Este verão, fomos de férias ao Algarve. Villa de um tio dele em Sagres, isolada, mar à vista. ‘Vamos reacender a chama’, disse ele. Eu sorri, mas já planeava outra coisa.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima

Dia de randonnée nas colinas das falésias. Calor a ferver, suor a colar a roupa. Caminhávamos de mão dada, a falar de nada. ‘Preciso disto, amor’, murmurou ele. ‘Tempo só para nós’. Concordei, mas os olhos caíram num tipo no trilho. O Miguel. Encontrei-o no ano passado num bar em Lagos. Olhos pretos, corpo atlético, 40 anos, casado também. Troca de mensagens há meses, fotos safadas. Ele piscou-me o olho. Senti a cona a humedecer na hora. ‘Eu… vou à sombra ali na pinada, fazer uma sesta rápida. Espera aqui, tá?’, disse ao Pedro, beijando-o. Ele assentiu, sentou-se na pedra com a garrafa de água. Corri atrás do Miguel, o coração na garganta.

Ele guiou-me para o meio dos pinheiros, vento do norte a sussurrar. ‘Não devíamos…’, hesitei, mas as mãos dele já no meu rabo. Tirei o top, os seios saltaram livres, mamilos duros como pedras. Ele gemeu: ‘Estás tão boa, Ana’. Beijei-o com fome, a aliança fria contra o peito dele quente. Desabotoei-lhe os calções, a picha saltou, grossa, veias inchadas, pré-gozo a brilhar. Chupei-a devagar, língua na glande, bolas na mão. Ele agarrou-me o cabelo: ‘Caralho, engole mais’. Eu obedeci, garganta cheia, saliva a escorrer.

O Foda Selvagem na Pinada e o Regresso ao Disimulo

Virei-me contra o tronco áspero, calções aos tornozelos. ‘Fode-me já, rápido, antes que ele venha’, supliquei. Ele cuspiu na mão, esfregou na cona ensopada. Entrou de rompante, um só empurrão até ao fundo. ‘Que cona apertada, puta casada’, rosnou. Bombeava forte, bolas a bater no cu, eu mordia o lábio para não gritar. O risco… e se o Pedro ouvisse? Acelerei as ancas, rebolando, unhas na casca. ‘Mais forte, rasga-me!’, pedia. Ele tapou-me a boca, fodia como um animal, suor a pingar. Gozei primeiro, cona a pulsar, pernas a tremer. Ele veio logo, jatos quentes dentro, enchendo-me. ‘Para, sai!’, ofeguei. Ele retirou, esperma a escorrer pela coxa.

Vesti-me a tremer, lenço a limpar o molho. ‘Vai primeiro’, disse ele. Corri de volta, rosto corado. O Pedro lá estava, sorridente. ‘Descansaste bem?’ Beijei-o, sentindo o cheiro do Miguel na pele. ‘Sim, amor, perfeita’. Regressámos à villa de mãos dadas. Jantámos, dançámos sardana na vila, mas eu… eu brilhava por dentro. O segredo guardado, a cona ainda sensível, o risco que me faz viva. Amanhã? Mais um dia de casada perfeita. Mas no fundo, tarada pelo proibido. Quem sabe o que vem a seguir…

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *