Minha Confissão: A Aventura Proibida com a Filha da Minha Mulher

Eu sou a Lília, 42 anos, casada com a Emma há uns meses, vida perfeita em Lisboa. De dia, sou a advogada impecável, aliança no dedo, jantares em família, sorrisos falsos. Mas à noite… ai, à noite o coração bate forte. A Ambre, a filha dela, 19 anos, corpo atlético, olhares que me despem. Ontem, depois do footing, a tensão explodiu. Eu, a ‘mãe’ certinha, a espionar, a desejar o proibido.

Corremos juntas, suor a colar a roupa. Ela provoca: ‘Perdeste, mas queres massagem?’. Eu nego, mas o meu corpo trai-me. Chegamos a casa, elas dormem ainda. Ambre entra no banho, porta entreaberta. Eu espreito, coração aos pulos. Vê-la nua, seios firmes, mamilos duros como pedras, costas musculosas… Meu Deus, a minha cona já molha. Ela sabe, põe o cinto de couro – o strap-on da Emma! Aquele caralho de borracha grosso que me fodeu na noite anterior.

A Rotina e o Desejo que Consome

‘Entra, Lília, não sejas tímida’, sussurra ela, virando-se. Eu tremo, cara a arder. ‘Onde arranjaste isso?’, gaguejo, mas avanço. Ela cola-se, seios nos meus, o pao entre nós. ‘Ouvi-te a gemer ontem com a minha mãe. Agora é a minha vez.’ As mãos dela nas minhas ancas, eu sinto a aliança fria contra a pele quente dela. ‘Não, Ambre, para…’, mas as minhas mãos apertam os seios dela, mamilos a furar as palmas. Beijamo-nos, línguas selvagens, saliva misturada.

Ela arrasta-me para o quarto dela, tranca a porta. ‘Elas dormem até tarde, mas se acordarem…’. Eu despiro-me rápido, cona latejando. ‘Fode-me, Ambre, mas rápido, porra!’. Ela empurra-me na cama, abre as minhas pernas. O caralho falso entra devagar, esticando-me, enchendo-me toda. ‘Estás tão molhada, puta casada’, rosna ela, bombando forte. Eu mordo o lábio, unhas nas costas dela. ‘Mais fundo, caralho, fode a tua belle-mère!’. Os quadris dela batem nos meus, cliques molhados, suor a pingar. Sinto o mamilo dela no meu, roçando. Viro-a, monto no pao, cavalgando como louca. ‘Gostas do meu cu também?’, pergunto, culpada mas excitada. Ela lubrifica, enfia dois dedos no meu cu apertado enquanto eu gozo, cona a contrair, sumos a escorrer pelas coxas dela.

O Êxtase Rápido e o Regresso à Normalidade

Gozo gritando baixo, abafada pela boca dela. Ela vira-me de quatro, fode-me o cu agora, devagar no início, depois selvagem. ‘Vais ser minha, Lília, esquece a minha mãe’. Eu gozo outra vez, corpo a tremer, visão turva. Rápido, urgente, 15 minutos de fogo puro. Limpamos-nos, eu visto-me a tremer. ‘Vai primeiro’, diz ela, beijando-me.

Volto à cozinha, faço café como se nada. Emma acorda, beija-me, eu sinto o cheiro dela misturado com o da Ambre na minha pele. Coração acelerado, aliança a brilhar, segredo guardado. Hoje no escritório, penso nisso, cona a pulsar de novo. Culpa? Pouca. Excitação? Total. A minha dupla vida… adoro o risco, o frisson de ser apanhada. Amanhã, mais? Talvez. Meu Deus, que vício.

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