Eu sou casada há dez anos, com um marido dedicado, dois filhos e um emprego estável como gerente numa empresa de Lisboa. Vida perfeita, ou assim parece. Mas por dentro, há este vazio, esta fome que ninguém sacia. Quinta-feira passada, 12 de fevereiro, fui chamada à faculdade para falar com alunos do primeiro ano sobre o meu percurso. ‘Só uma hora’, pensei. Mas eu sabia. Ele estaria lá. O meu professor, o homem que me desabrochou aos 19 anos.
O coração batia forte enquanto subia as escadas da faculdade. O anel de casada brilhava no meu dedo, apertando como um lembrete. Eu usava uma saia lápis conservadora, camisa branca abotoada, salto alto. Profissional. Mas as coxas tremiam. Vi-o à porta do anfiteatro, a falar com alunos. Alto, cabelo grisalho, aquele olhar penetrante. Ele virou-se e sorriu. ‘A minha aluna preferida…’, disse, voz grave como dantes. Levei-o à parte. ‘Pensei em ti este verão’, murmurou. O meu pulso acelerou. Falei com os alunos, mas a cabeça estava noutro lado. No fim, ele pediu: ‘Vem ao meu gabinete, preciso entregar-te uma coisa.’
A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome
Os corredores esvaziavam-se às 18h. Sós no gabinete dele, porta fechada mas não trancada – risco puro. Entregou-me um envelope. Abri: ‘És um diamante bruto que brilha para mim. Revela-te.’ Lágrimas vieram. Ele aproximou-se, mãos no meu rosto, limpou-as com os polegares. Os nossos olhos cruzaram. ‘Não devíamos…’, hesitei, mas os lábios dele tocaram os meus. Suave no início, depois faminto. Línguas enroscadas, o gosto dele – café e desejo. Pressionei o corpo contra o dele, sentindo o pau endurecer nas calças.
‘Para com isto, sou casada’, disse, mas a mão dele já descia pela minha saia, apertando a bunda. ‘Sabes que queres’, respondeu, voz rouca. Desabotoou a minha camisa, mamas saltaram do sutiã. Chupou os mamilos duros, mordiscando. Eu gemi baixo, ‘Ai, caralho…’. Baixei a saia, cuecas encharcadas. Ele ajoelhou-se, lambeu a minha cona devagar, língua no clitóris, dedos dentro, fodendo-me ritmado. ‘Estás tão molhada por mim’, grunhiu. Gozei rápido, pernas a tremer, abafando o grito com a mão.
O Fogo Proibido no Escritório da Faculdade
Levantei-o, abri o cinto dele. Pau grosso, veias saltadas, cabeçona vermelha. Chupei com fome, engolindo até à garganta, saliva escorrendo. Ele gemeu, ‘Boa rapariga…’. Puxou-me para o tampo da secretária, papéis voaram. Abri as pernas, ele entrou de rompante. ‘Fode-me forte’, pedi. Caralho dele preenchia-me toda, batendo fundo, bolas a bater na minha pele. Ritmo urgente, suado, o anel no dedo roçando o peito dele. ‘Imagina se o teu marido soubesse’, provocou, acelerando. Gozei outra vez, cona a apertar-lhe o pau. Ele saiu, gozou nas minhas mamas, jatos quentes.
Arfávamos, suados. Limpei-me rápido com lenços, vesti-me. ‘Vai-te embora antes que nos vejam’, disse ele, beijando-me uma última vez. Saí, pernas moles, maquilhagem arrumada mas cheiro de sexo no ar. No carro, o telemóvel tocou – marido: ‘O jantar está pronto, amor.’ Sorri, culpada mas viva. Cheguei a casa, beijei-o, sentei à mesa como se nada. Mas por dentro, o fogo arde. Amanhã volto ao trabalho, à rotina. Mas este segredo… é o meu vício. O risco de ser apanhada? Faz-me querer mais. Dupla vida, dois mundos. E eu adoro.