Oi, eu sou a Maria, uma portuguesa de 40 anos agora, mas isto aconteceu há uns anos, no verão quente de 2010. Eu tinha 28, casada com o meu primo Pedro, um tipo certinho, funcionário de banco em Lisboa. A família dele era abastada, quinta grande no Alentejo, carro bom, casa chique. Casei virgem, como se esperava na nossa terra. O Pedro fodia-me todas as noites, a pila dele grande, uns 20 cm, fazia-me gozar. Estava feliz.
Mas ele arranjou um emprego melhor em França, disse que ia e voltava para termos filhos. ‘Fica com os meus pais, não falta nada’, disse-me. Uma semana, duas, nada. O meu sogro, o Sr. António, oficial reformado, tranquilizava-me: ‘É crise de juventude’. Dois meses, noites vazias. Eu, profissional na administração da quinta, contava tudo direitinho de dia, mas à noite… sozinha. A sogrinha, Dona Rosa, era um amor, passeávamos pelas terras. Foi aí que vi o Zé, o trabalhador. Alto, musculado, olhos baixos de respeito. Chamava-nos ‘Senhora’. Ela mandou-o levantar a cabeça. Cara bonita, forte.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Crescia
Mandou-o trazer mel e azeite. Deu-lhe dinheiro a mais: ‘Guarda para a família, obedece à nora como a mim’. Beijou-me a testa. À noite, na cama, pensava nele. Toquei-me a cona, molhada, mas impossível. O sogro matava-me por desonra. Calor aumentava, Dona Rosa disse: ‘Veste leve, só nós’. Um dia, batem. Ela dorme, eu abro de robe aberto, peito quase de fora. Dou-lhe o dinheiro, ele vê. ‘Espera’, digo, mostro mais. Ele treme: ‘Muito, Senhora’. Volto à cama, caralho, quero que me foda.
Sogro anuncia: ‘Vou a França ver o filho’. Bate à porta, é o Zé. ‘Cuida da casa, faz compras’. O Zé beija-lhe a mão: ‘Serei digno’. Sogro parte. Dona Rosa: ‘Ele vem cedo por dinheiro, dá-lhe tu’. Levanto-me, robe aberto, cona e tetas à vista. ‘Levanta a cabeça’, chego perto. Ele olha, bico duro. ‘Tenho de ir, autocarro…’. Parte. À tarde, volto a provocar. Ele resiste, mas a calça incha.
A Noite do Pecado e o Regresso à Normalidade
Numa manhã, café pronto. Ele entra, eu abro o robe todo. Ponho-lhe a mão na teta. ‘Não, Senhora, o Sr. António mata-nos! Tenho mulher, filhos’. Mas a pila dele… enorme. Toco, ele foge. Culpa, mas excitação. Dona Rosa manda-o vir à noite. Comemos, escurece. ‘Dormes cá, noite negra’. Ele lava-se na casa de banho grande. Ela manda-me levar sabão. Ela adormece a roncar.
Coração aos pulos, aliança no dedo brilhando. Sete meses sem foda. Vou à porta dele, nus só robe. Ele vela: ‘Sabia que vinhas’. Tiro tudo, ele pula em cima. ‘Fizeste-me louco ontem’. Deita-me, pernas ao ar, enfia a pila grossa na cona de uma. ‘Caralho, que cabra molhada!’. Bomba forte, gozamos juntos. ‘Tetudas lindas, cu perfeito’. Reende, põe-me à beira da cama, fode fundo. Orgasmo atrás de orgasmo. ‘Grita baixo, a Dona Rosa…’. Levanto-me de quatro, ele mete pilão no cu com azeite que trouxe. ‘Vai, fode o meu cu apertado!’. Sinto cada veia, ele esporra dentro, esperma escorrendo.
‘Vai, amanhã atraso-me, tráz azeite se quiseres mais’. Volto à cama, cheiro a sexo, cona a pulsar. De manhã, rotina: café com Dona Rosa, contas da quinta. Sorriso profissional, mas dentro… puta secreta. O Zé pisca olho nas terras. Pedro liga: ‘Volto em breve’. Eu, casada fiel de dia, fodida à noite. Adrenalina do risco, aliança suja de porra. Não paro, amo esta dupla vida. Culpada? Pouco. Excitada? Demais.