A Minha Dupla Vida: Casada e Pervertida no Prédio ao Lado

Eu sou a Maria, 42 anos, casada há 15 com o João – sim, o meu marido chama-se João, irónico, não? Trabalho como secretária num escritório em Lisboa, chego a casa cansada, faço o jantar, arrumo tudo direitinho. Ninguém suspeita. Mas… tipo, o meu coração acelera só de pensar. Tenho outro João, o amante. Mora no prédio mesmo ao lado, separated por uma ruela estreita. Verão quente, janelas abertas. Ele sabe que adoro o risco. De ser vista. Pelo vizinho tarado que eu sei que espia. Culpa? Um bocadinho, sim. Mas a excitação ganha sempre.

Hoje, marido no turno extra. Mando mensagem: ‘Vem já, janela aberta.’ Ele aparece em 5 minutos. Abro a porta, aliança no dedo a brilhar, ele agarra-me o cu grande por cima da saia. ‘Estás molhada, safada?’, sussurra. Eu assinto, coração a bater forte no peito. ‘Sim, mas devagar, o vizinho pode ver.’ Ele ri, fecha a porta, arranca-me a blusa. Os meus peitos enormes saltam, mamilos duros. Ele chupa um, morde o outro. ‘Gostas disto, puta casada?’ ‘Adoro… mas foda-me rápido, tenho de arrumar antes do marido.’

O Segredo que Me Consome

Deito-me de barriga para baixo na cama, pernas abertas, cu empinado para a janela. Ele baixa-me as cuecas, lambe a cona encharcada. Língua quente, a rodar no clitóris. ‘Estás a pingar, Maria.’ Gemo baixo, fecho os olhos, mas penso no voyeur ali em frente. Ele enfia dois dedos na cona, outro no cu apertado. ‘Prepara-te.’ Pega no lubrificante, unta o caralho grosso. Entra devagar no cu, centímetro a centímetro. Dói bom, estico-me toda. ‘Caralho, que cu guloso.’ Bomba forte, as minhas nádegas tremem, peitos a balançar contra o colchão. Ouço os gemidos ecoarem na ruela.

Pára, pega no vibrador debaixo da almofada. ‘Chupa-o primeiro, como se fosse o meu pau.’ Eu obedeço, lambo o silicone, engulo fundo, garganta apertada. Ele enfia na cona enquanto fode o cu. Duplo preenchido, vibrações loucas. ‘Vai, fode-me assim!’ Ele acelera, mão no meu cabelo, puxa. Pega no cinto das calças, começa a bater no cu. Clap! ‘Gostas, eh?’ ‘Sim… mais forte!’ O cu arde vermelho, mas molho mais. Pinças nos mamilos – ai, foda-se, dói delicioso. Ele torce, eu grito abafado. ‘Cala-te, safada, vais chamar o bairro todo.’ Mas não paro, cambro o cu para ele.

O Foda Selvagem e o Risco

‘Muda de posição.’ Viro de costas, pernas nos ombros dele, cona exposta para a janela. Enfia o caralho na cona, vibrador no cu agora. Vibra contra o pau dele através da parede fina. ‘Sentes? Vou encher-te.’ Eu gozo primeiro, corpo a tremer, unhas nas costas dele. ‘Porra, Maria, que orgasmo!’ Ele bomba brutal, goza dentro, quente, a escorrer. Suo toda, aliança fria contra o peito dele. ‘Amo isto, o risco…’

Ele veste-se rápido, beijo na boca. ‘Até amanhã, puta secreta.’ Fecho a janela, cheiro a sexo no ar. Limpando o rímel borrado, arrumo a cama, coloco o jantar na mesa. Marido chega: ‘Tudo bem, amor?’ Sorrio, ‘Perfeito.’ Dentro, pulsa ainda. O segredo guardado, o cu a latejar. Amanhã, chamo-o outra vez. Esta dupla vida… vicia-me. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita.

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