Sou a Ana, 38 anos, dentista em Lisboa. Casada há 12 anos com o João, um tipo calmo, engenheiro. Vida perfeita de fora: casa no Restelo, consultas cheias, jantares em família. Mas por dentro… uff, queima. Leio histórias eróticas online para me masturbar à socapa. Há uns dias, reli uma do autor ‘EscritorAnónimo’: um salon de chá que vira hotel, desejo puro. Molhei-me toda. Mandei mensagem: ‘Adorei a sua história. Porquê parar? Ou continuou na vida real?’ Ele respondeu, simpático. Troca de mails, risos. ‘Venha ao meu consultório sexta à noite’, disse eu. Loucura? Sim. Mas o risco… ai, o risco faz-me tremer as pernas.
Coração aos pulos enquanto fecho a porta às 19h30. Rua das Janelas Verdes, 4º esquerdo. Ele chega pontual, fato escuro, cheiro a colónia forte. ‘Boa noite, Doutora’, sorri. Ponho-lhe venda nos olhos antes que veja tudo. ‘Sou eu quem manda esta noite.’ Guio-o pelo corredor escuro até à sala. Tiro-lhe a jaqueta, deito-o no fauteuil dentário. Descalço-o devagar. Chupo-lhe os dedos dos pés, um a um, sugando o dedão como se fosse o caralho dele. Ele geme: ‘Oh putinha, não esperava…’ Rio baixinho. ‘Ainda não viu nada.’ Baixo-lhe as calças, cueca preta tensa. A pilinha já meia dura. Chupo o outro pé, lambo a sola. Ele endurece todo.
O Convite Proibido e a Tensão do Segredo
Luvas de látex pretas, longas – adoro o contraste. Desabotoo-lhe a camisa, poios no peito. Monto-lhe em cima, collants pretos roçando as pernas dele. Sinto o pau pulsar contra mim. Baixo a cueca: caralho grosso, veias saltadas. Soprei devagar, hálito a menta. Agarrei com as luvas, punheta lenta na base, chapéu no glande. Ele ofega: ‘Vou gozar…’ ‘Vai, dá-me tudo!’ Acelero, aperto. Ele explode, jato quente nas luvas brancas-noiras. ‘Olha o leite que sujaste’, mostro-lhe, lambo uma palma. ‘Agora limpa tu.’ Ele lambe, olhos famintos quando tiro a venda. Vê-me: blusa renda transparente, saia cabedal curta, collants opacos, salto alto.
A Foda Intensa no Fauteuil e o Regresso à Rotina
‘Casada?’, pergunta, vendo a aliança a brilhar. ‘Sim, e tu fodes-me já.’ Chupo-lhe o caralho, ainda melado. ‘Cone do amor’, engulo fundo, aperto com a boca. Ele apalpa-me as coxas, rasga os botões do body. Cona ensopada, rosada, aberta. Levanto-me, ele vira-me de quatro no fauteuil. ‘Afasta as pernas, vadia.’ Empala-me seco: ‘Aaaah!’ Fode forte, pá! pá! nas nádegas. ‘Gostas, dentista puta?’ ‘Sim, fode-me como chucha!’ Spanqueia-me, eu grito. Mudo posição, monto-o, cavalgo selvagem. Orgasmo rasga-me, tremo toda. ‘Agora o cu!’, diz. Lubrifico com a minha baba, mete devagar. ‘Devagar… é grosso!’ Ritmo louco, gozo outra vez, urro. Ele sai, goza entre collant e pele, quente viscoso.
Limpo rápido, ele veste-se. ‘Volto?’, pisca. ‘Talvez.’ Saio, pernas bambas, aliança fria no dedo quente do toque dele. Chego a casa, João dorme. Deito-me, toco-me devagar, cheiro a sexo ainda. Amanhã consultas normais, sorriso profissional. Mas sinto o cu pulsar, o segredo queima. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Quero mais. Quem diria que a senhora doutora é esta puta secreta?