Confissão: Minha Dupla Vida de Casada e o Sexo Proibido na Greve Geral

Sou a Ana, 35 anos, casada há dez, dois filhos, gerente de banco em Lisboa. Vida impecável: casa no Restelo, marido engenheiro, jantares em família. Mas tenho um segredo que me deixa a cona a pulsar de excitação. O meu amante, o Miguel, 38, colega de outro departamento. Ele é casado também, mas isso só aumenta o fogo.

Hoje, o telemóvel vibra enquanto folheio relatórios no escritório. ‘Reunião cancelada, greve nas oficinas. Máquinas silenciosas demais, dizem que afeta a libido dos trabalhadores.’ Rio-me sozinha. Minto ao marido: ‘Vou ficar até tarde, problema no sistema.’ Coração acelera. Pego na mala, aliança brilhando no dedo, e corro para o apartamento dele no Chiado. Chego ofegante, ele abre a porta de fato impecável, olhos famintos.

O Início do Segredo e a Tensão Insana

‘Queria levar-te ao cinema, ao novo do Woody Allen.’ Beija-me o pescoço, mão na minha saia. ‘Vamos?’ Mas Lisboa está um caos. Metro em greve – ‘vampiros nos túneis abandonados’, diz o panfleto absurdo. Táxi? O único tem um cartaz ‘Em Greve’. O cão do motorista rosna na frente, ‘associado oficial quer direitos’. Gasolina? Pompe não funciona, ‘sistema central em greve’. Restaurante chique vazio, dono serve latas a 25 euros. ‘Tudo parado, amor.’

Voltamos ao apartamento dele, frustrados. Luzes apagam – greve da EDP por ‘sobrecarga futura com internet nas linhas’. Vela acesa, sombras dançam. Sento no sofá, saia subida, ele ajoelha-se. ‘Não aguento mais, Ana.’ Mão na minha coxa, subindo. Sinto a umidade entre as pernas. ‘E se o teu marido liga?’ Hesito, culpada, mas o desejo vence. ‘Fode-me agora, rápido.’ Ele ri, ‘Grève geral, mas nós não paramos.’

A Foda Intensa e o Risco de Ser Apanhada

Arranca-me a blusa, sutiã voa. Chupa os meus mamilos duros, mordendo suave. ‘Estás tão molhada.’ Dedos na minha cona, escorrendo. Eu gemo, ‘Sim, caralho, entra em mim.’ Ele baixa as calças, caralho grosso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Puxo-o para o tapete, de quatro. Ele enfia de uma vez, fundo, esticando-me toda. ‘Ahh, fode mais forte!’ Bato o cu contra ele, urgente, coração aos saltos. Aliança roça a pele dele, lembrete do risco.

‘Miguel, goza dentro, enche-me a cona.’ Ele agarra os meus quadris, bombeia selvagem, bolas batendo no meu clitóris inchado. Sinto-o crescer, pulsar. ‘Vem, puta casada.’ Gozo primeiro, cona apertando o caralho dele, pernas tremem, grito abafado. Ele explode, jatos quentes inundam-me, escorrendo pelas coxas. Ficamos ofegantes, suor misturado, cheiro de sexo no ar.

Visto-me a correr, beijo final. ‘Amanhã, no escritório?’ Ele acena. Saio, pernas moles, cona latejante com o sêmen dele dentro. Pego metro – milagre, reaberto. Chego a casa, marido dorme. Desço as cuecas, vejo o gozo misturado com o meu mel. Lavo, mas o thrill fica. Deito ao lado dele, aliança fria, mas corpo quente de excitação. Sou a esposa perfeita de dia, vadia secreta de noite. O risco? Mata-me de culpa… e excita-me mais. Quero mais greves.

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