Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada com Aulas de Piano Proibidas

Sou a Ana, 35 anos, casada com o João há dez anos. Moro em Lisboa, dou aulas de piano em casa e no conservatório. Vida impecável: marido dedicado, casa arrumadinha, jantares em família. Mas por dentro… queima. O João é bom homem, mas o sexo? Raro como um sol em fevereiro. Eu adoro isso, o contraste. De dia, aliança no dedo, sorriso profissional. De noite, penso em paus duros, em ser fodida até tremer.

Há meses, a minha irmã veio de viagem à Bolívia. Trouxe uma estatueta de obsidiana, preta, quente ao toque. Pus no piano. Desde aí, mudou tudo. Começou com masturbação selvagem, sozinha. Depois, o Artur apareceu. Aposentado, 65 anos, aluno particular. Baixinho, barrigudo, mas olhos famintos. As aulas viraram o nosso código. Ele chega às 18h, o João sai às 17h30 para o futebol. Tempo contado. Coração aos pulos.

A Rotina Perfeita e o Fogo do Segredo

Ontem, de novo. Chovia forte, vento a uivar. O João beijou-me a testa: “Volto às 20h, amor.” Saíu. Eu vesti saia curta, sem cuecas. O sino tocou. Artur entrou, olhos no meu rabo. “Boa tarde, professora.” Pus 50 euros no piano, como sempre. Ele sabe o jogo. Sentei-me ao piano, toco umas notas. Ele atrás, respiração pesada. A estatueta brilha. Sinto a cona a humedecer. “Hoje queres aula?” perguntei, voz tremida. Ele ri baixo: “Quero-te a ti.”

Mão dele nas minhas costas. Desce. Levanta a saia. Dedos na minha bundinha. “Molhada já? Puta safada.” Eu gemo, aliança fria contra o teclado quente. Ele abre-me as pernas, dois dedos na cona, agitam forte. Clitóris inchado, lateja. “Para… o João…” Hesito, mas abro mais. Ele desabotoa as calças. Pau sai, grosso, veias saltadas, cabeça roxa. “Chupa.” Ajoelho-me, boca cheia. Odeio o cheiro a suor, mas adoro. Engulo até à garganta, baba escorre. Ele agarra o cabelo: “Boa putinha casada.”

O Sexo Rápido e o Risco de Ser Apanhada

Levanto-me, urgente. “Fode-me agora. Rápido.” Ele empurra-me contra o piano. Pernas abertas, cona exposta. Pau roça a entrada, molhado. Entra de rompante. “Caralho, que apertada!” Geme. Eu mordo o lábio, coração explode. Bum-bum-bum, cada estocada sacode o piano. Aliança brilha, mão dele no meu pescoço. “Diz que gostas de ser traidora.” “Gosto… fode mais!” Orgasmo sobe, cona aperta o pau. Ele acelera, bolas batem no cu. “Vou gozar!” Puxo-o fora, jorra esperma quente no ventre, nos seios. Eu tremo, gozo gritando baixo, pernas fraquas.

Limpo rápido com lenços. Ele veste-se, beija-me: “Até quinta, minha puta secreta.” Sai. Eu ajeito a saia, cheiro a sexo no ar. Abro janela, fumo um cigarro escondido. O João chega pontual. “Jantar pronto?” Sorrio, aliança limpa. “Sim, amor.” Deito-me com ele, cona ainda sensível, esperma seco na pele. Sinto culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã, aula normal. Mas sei: quinta, de novo. Esta dupla vida… vicia. O risco de ser apanhada? É o que me faz ferver. Quem diria que uma prof casada seria assim tão puta?

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