Confissão: A Minha Noite Proibida com o Amante no Apartamento de Luxo

Sou casada há dez anos, trabalho num escritório chique no centro da cidade, sempre impecável, com saia lápis e salto alto. O meu marido acha que sou a mulher perfeita, mas ele não sabe da minha outra vida. Esta noite, disse-lhe que tinha uma reunião tardia com clientes. ‘Não me esperes acordado’, beijei-o na testa, sentindo a aliança no dedo pesar como chumbo. O coração batia forte enquanto conduzia até aos arredores, dez minutos da cidade, para o prédio de luxo dele, o Paulo. Ele é mais velho, charmoso, com uma pica enorme que me deixa louca. Liguei ao intercomunicador, o portão abriu, e no elevador, suava. E se alguém me visse? Mas isso só me excitava mais.

Ele abriu a porta com um sorriso largo, de robe de banho, cheirando a sabonete fresco e aftershave. ‘Entra, linda’, disse, pegando na minha mão. Hesitei na bochecha, mas ele puxou-me para um beijo leve. O apartamento era um sonho: sofás de cabedal, luzes suaves, janelas enormes com vista para a cidade iluminada. Tirei o casaco, sentei-me. ‘Queres um whisky seco?’, perguntou. ‘Sim, sem gelo’, respondi, rindo nervosa. Ele sentou-se em frente, o robe aberto, mostrando aquela pica grossa, agora raspada, pendurada pesada. Meu Deus, endureceu só de olhar. Deu-me um saco com preservativos XXL e gel. ‘Por respeito a ti’, disse. Mas eu queria ao natural, como da última vez. ‘Não te preocupes, confio em ti’, murmurei, sentindo o calor subir.

A Mentira que Inicia o Fogo Secreto

Não aguentei. Levantei-me, despi-me devagar, a aliança brilhando contra a minha pele. Ele abriu o robe todo, empurrou a mesa. ‘Vem cá, mama’, disse, voz rouca. Ajoelhei-me entre as pernas dele, beijei o caralho macio, soprei as bolas lisas. Ele gemeu. A minha mão esquerda apertava a base, a direita as couilles pesadas, enquanto engolia o gland. Ele cresceu na minha boca, enchendo-me. ‘Assim, chupa forte, caralho’. Lambi o cu dele, meti o dedo, ele masturbava-se. ‘Quero gozar na tua boca’. Bombei furiosamente, dois dedos no cu, apertando a próstata. Ele explodiu, jatos quentes de porra grossa na garganta. Engoli tudo, lambi as bolas. ‘Adoro porra tua’, disse, lambendo os lábios.

A Foda Bruta e o Prazer do Retorno à Rotina

Ele puxou-me para a janela, nu, a cidade a brilhar. ‘O teu cu é perfeito’, disse, mão nas minhas nádegas, outra na minha cona molhada. ‘Fode-me, Paulo, preciso da tua pica dentro de mim’. Virou-me, lambeu-me o cu, língua fundo. Gemi alto, mãos no vidro. Ele untou o gel, pôs o preservativo – lástima, mas ok. Deitei-me no sofá, pernas abertas. ‘Devagar, faz-me gozar’. O gland entrou, abrindo-me devagar, sensação de esticar ao limite. ‘Sentes como te quero?’, gemi. Ele avançou, bolas contra mim. Mudei de posição, montei-o, pulando forte. ‘Fode, fode mais!’. Ele batia fundo, eu gritava: ‘Enche-me de porra, vai!’. Gozei primeiro, cona a pulsar, ele veio logo, enchendo o preservativo. Tirei-o, chupei o resto da porra, lambi tudo.

Exaustos, fumámos um cigarro. Olhei a cidade, o cu a arder deliciosamente. ‘Tenho de ir, o meu marido espera’. Vestime rápido, beijo rápido. No carro, o coração ainda acelerado, a aliança fria no dedo quente. Cheguei a casa, ele dormia. Tomei banho, deitei-me ao lado dele, sorrindo no escuro. O segredo guardado, o risco, isso é que me faz viva. Amanhã sou a esposa perfeita de novo, mas já penso na próxima foda. Meu Deus, que vício.

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