Sou casada há 15 anos, trabalho numa empresa séria em Lisboa, chego a casa às 18h, faço jantar pro meu marido, cuido da casa. Vida perfeita, não? Mas este verão… ai, este verão mudou tudo. Os meus pais de amigos, uns conhecidos de longa data, foram de férias para o sul de Portugal, Algarve, e pediram-me para ficar com o filho deles, um rapaz de 20 anos, estudante universitário em blocos de exame. A avó dele estava doente, não podia. Aceitei sem pensar duas vezes. Chama-se João, alto, magro mas atlético, olhos vivos. Fazia anos que não o via. Tem uns olhos que… bem, que me deixam inquieta.
Instalei-o no quarto de hóspedes, com mesa para estudar. Ele é tímido no início, mas eu? Eu adoro ver corpos nus, é o meu vício secreto. Começou inocente: vi os seus calções na roupa suja, grandes mamas minhas a balançar enquanto arrumo. Uma noite, TV juntos, rosé a correr. Falei de filmes quentes, ele corou. No dia seguinte, acordo-o cedo. Bato à porta, entro, abro as cortinas. Ele enterra a cabeça na almofada. Puxo o edredão… e oh Deus, nu! O rabo firme, perfeito. Solto um grito, rio nervosa, fujo. Meu coração bate forte. Meu marido nunca me vê assim assim tão viva.
O Segredo que Começou Inocente
Volto, ele já acordou, short curto. Dou-lhe beijo na cara, digo ‘tens um rabinho bonito’. Saio a trabalhar, mas penso nele o dia todo. À noite, jantar na varanda, mais rosé. Falo das minhas ‘descobertas’ no bairro: casais exhibitionistas, vizinhos nus nos jardins. Mostro-lhe fotos antigas que tirei – uma Audi vermelha, a miúda a fechar a garagem nua, cona ao léu. Ele arregala olhos, excita-se. Eu sinto a aliança no dedo, pesada, mas a mão dele roça a minha coxa ‘por acidente’. Tensão… subindo. Ele começa a provocar: dorme nu, deixa-me ver a ereção matinal. Eu rio, mas molho-me.
Ontem, o safari. Levo-o a passear pelo bairro, mostro o Juan, rapaz que abre a porta nu, pila meia-bomba. O Gilbert, velho com tomates pendurados. Depois, as irmãs gordinhas, nuas no jardim, untando-se de óleo, mamas enormes a balançar. Ele fica quieto, mas vejo o volume nos calções. No ponto alto: o musculado na tonnelle, pila grossa, mas não estava. Voltamos, suados, eu com saia florida, mamas quase a saltar. Ele diz: ‘Tu és louca, mas adoro’. No meu quarto, folheia o meu álbum secreto – descobre a caixa de tampões com buraco na casa de banho, as fotos dos hóspedes nus. Incluindo os pais dele! Eu rio, nervosa. ‘Não contas, pois não?’
O Êxtase Proibido e o Retorno à Rotina
Não aguento mais. ‘Vem’, digo, puxo-o para a minha cama. Porta entreaberta – risco, marido pode ligar. Ele hesita: ‘E o teu marido?’ ‘Cala-te’. Arranco-lhe a roupa, pila dura, grossa, latejante. ‘Caralho, que grande’. Chupo, babo toda, bolas na mão. Ele geme baixo. Eu de quatro, saia subida, cuecas de lado. ‘Fode-me já, rápido’. Entra na cona molhada, fundo, forte. Sinto a aliança fria contra o colchão, mão dele no meu rabo a bater. ‘Mais forte, vai, imagina se nos virem’. Bombo-me contra ele, mamas a chapinhar, suor a pingar. ‘Goza dentro, enche-me’. Ele explode, quente, eu venho tremendo, mordendo o lençol pra não gritar. Cinco minutos, urgente, selvagem. Limpamos, rio culpada: ‘Foi bom, né? Segredo nosso’.
Agora ele estuda, eu cozinho. Marido liga: ‘Tudo bem?’ ‘Sim, amor’. Mas sinto o esperma dele ainda a escorrer, aliança brilhando. Amanhã ele vai embora, mas o frisson… ai, o frisson de quase ser apanhada, a dupla vida. Profissional de dia, puta secreta de noite. Quero mais. Muito mais.