Eu sou a Ana, 34 anos, casada com o João há sete. Trabalho num escritório de contabilidade, chego a casa a horas decentes, faço jantares, dou beijos de boa noite. Vida perfeita, não? Mas… durante os jogos de futebol dele, eu saio com a Carla, a minha melhor amiga. ‘Vamos ao cinema, amor’, digo sempre. Ele nem suspeita. A Carla é divorciada duas vezes, seios siliconados, fogo nos olhos. Foi ela que me empurrou para isto.
Há seis meses, num café, ela viu o Ricardo. Mais velho, uns 50, bronzeado, Audi Q7 reluzente. ‘Vai lá, Ana, ele está a babar por ti. O João nem nota.’ Ri-me, mas o meu coração acelerou. Ele sorriu, sentou-se connosco. Falou suave, mãos fortes. Desde aí, SMS quentes: ‘Quero-te agora.’ Sinto culpa, a aliança no dedo pesa. Mas o desejo… ai, queima. Hoje é jogo grande. Maquilho-me mais, saia curta. ‘Volto tarde, janto com a Carla depois do filme.’ Beijo-o, saio a pé. O coração martela. E se ele descobre?
O Segredo que Começou com uma Mentira Inocente
No canto da rua, ligo-lhe. Cinco minutos, o Audi para. Ele sai, alto, cheiro a colónia cara. Abraça-me forte, beija na boca, mão no meu rabo, possessiva. ‘Entra, safada.’ Sento, pernas tremem. Vamos ao prédio da Carla – ela empresta as chaves, alibi perfeito. Ninguém em casa. Ele fecha a porta, empurra-me contra a parede. ‘Tira isso tudo.’ As mãos dele nas minhas tetas, eu gemo. ‘Rápido, tenho de voltar.’ Ele ri: ‘Vais voltar a pingar.’ Ata-me ao cama, braços e pernas abertas. Venda nos olhos. Coração explode, suor frio. A aliança brilha contra os lençóis, lembro o João… mas molho-me toda.
O Sexo Selvagem e o Risco de Ser Apanhada
Sinto a língua dele no clitóris, chupa voraz. ‘Estás encharcada, puta casada.’ Grito baixo, arqueio. Ele enfia dois dedos na cona, depois no cu – gel frio do tubo que trago na mala. ‘Para isto, amor.’ Enfia um plug brilhante no meu cu, vibra devagar. Volta à boca: o caralho dele grosso, cheira a macho. Chupo gulosa, engasgo, saliva escorre. ‘Boa menina.’ Tira o plug, enfia na cona primeiro – fundo, rápido. ‘Fode-me!’, imploro. Vira-me de quatro, amarra mais apertado. O cu arde, mas quero. Ele cospe, empurra devagar. ‘Relaxa, toma tudo.’ Dói bom, prazer explode. Bomba forte, mão no cabelo. ‘Dizes ao marido que viste um filme?’ Rio entre gemidos. Mudo de posição, ele na boca de novo, gozo na cara – quente, salgado. Eu venho duas vezes, corpo treme, cona pulsa vazia agora. Sexo usado na mesa, gode enorme ao lado. Cinco minutos, desata-me. ‘Vai, antes que te apanhem.’ Beijo-o, rabo doí, pernas moles.
Visto à pressa, maquilhagem borrada. Saio, ar fresco na cara pegajosa. Volto a pé, coração ainda louco. Chego casa, ele dorme no sofá, jogo acabou. Deito-me, cheiro a sexo nele, mas banho rápido. Amanhã, café da manhã normal, ‘foi giro o filme?’. Sorrio, sim. Dentro, ferve: o segredo é meu, risco me excita. Culpa? Pouca. Quero mais. A aliança no dedo, lembro a mão dele. Dupla vida – esposa fiel, puta secreta. Adoro isto.