Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, advogada numa firma chique em Lisboa. De dia, sou a mulher perfeita: saias lápis, sorrisos falsos nas reuniões, jantares em família. Mas à noite… ai, à noite o meu coração acelera só de pensar. Tenho uma amante secreta? Não, pior: um caso com o marido da minha melhor amiga, o Cristiano. A Joana nem sonha. Ele e eu marcámo-nos há meses, sempre no risco. Ontem, foi no sótão da casa dela, durante a festa de anos dele. Elas me vendaram os olhos, disseram que era um jogo. ‘Abre a boca, safada’, sussurrou a Joana. Eu obedeci, excitada, o coração a martelar no peito. Senti o cheiro dele antes, a pila dura roçando os lábios. Chupei como uma puta, engolindo até à garganta, saliva a escorrer. Ele gemeu: ‘Esta boca… Ana, és tu! Continua, caralho!’
A Julia, mulher dele, explodiu. ‘Seu cabrão! Quando? Atrás das minhas costas?’ Agarrou-o pelos cabelos, arrancando a pila da minha boca. Eu fiquei ali, de joelhos, cona molhada, sem saber o que fazer. A Joana acalmou-a: ‘Vamos virar o jogo, vai ser melhor.’ Elas nos separaram. A Julia me levou ao porão, epilou-me a cona toda, menos uma pelinha no monte de Vénus. ‘Agora estás pronta para ele.’ Lá em cima, o Cristiano, untado com mel e ras el hanout – uma mistura quente que queima devagar. Ele me mandou de quatro no colchão. ‘Cul em cima da cama, abre-te.’ Penetrou-me a cona de uma vez, fundo, o pau a arder como fogo. Eu quis gritar, mas mordi o lábio. A queimação subiu, misturada com prazer insano. ‘Fode-me mais forte!’, pensei, mas calei-me.
A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome
Ele saiu, meteu na boca – fogo na língua, saliva a ferver. Depois no cu, devagar, espalhando o mel picante. Eu tremia, o corpo em chamas, precisando de ser fodida sem parar. Ele rugiu e cravou no cu, bombando rápido. ‘Ahhh, Cristiano, fode o meu cu, mais fundo! Queima-me toda!’ Gozei como nunca, o cu apertando o pau dele, ondas de prazer a doer. Ele não parou, alternando cona e cu, a aliança no meu dedo roçando a pele dele enquanto eu me agarrava. As mulheres assistiam, rindo. Depois nos amarraram, brincaram connosco sem nos deixar gozar, frustrando-nos. Elas foderam-se no meio da cama, gemendo alto, nós a olhar, pilas e conas a pulsar.
Desatámo-nos aos poucos. Eu libertei os pés, arrastei a cadeira até ele. O pau dele endureceu contra mim. Quase nos fomos embora, mas elas acordaram. Mais uma hora de foda insana: eu chupei as duas, cona e cu lambidos, o Cristiano a encher-me de porra na boca. Gozei tantas vezes que desmaiei quase. Acordei exausta, corpos suados por todo o lado. Fugir? Voltei à realidade: marido à espera, jantar pronto. Roubei uns euros das carteiras, saí sorrateira. No autocarro, o coração ainda acelerado, a cona a latejar. Cheguei a casa, beijei o João, ‘tarde no escritório’. Deito-me, sinto o cheiro dele na pele, o fogo residual no cu. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, volto ao trabalho, mas já penso no próximo risco. Esta dupla vida… vicia-me.