Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa Perfeita e Amante Viciada no Risco

Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 12 anos. Dois filhos lindos, casa na periferia de Lisboa, emprego estável como gerente de contas numa firma de advogados. Todo mundo me vê como a esposa perfeita, a mãe dedicada, a profissional impecável. Mas… ai, meu Deus, tenho uma vida dupla que me deixa louca de tesão. O Ricardo, meu amante, um colega de 32 anos, alto, moreno, com aquele olhar que me derrete. Começou há seis meses, num congresso em Porto. Desde então, marcamos encontros ‘de trabalho’. Hoje, disse ao João que tinha reunião tardia. Meu coração batia forte enquanto dirigia pro hotel no Chiado. Olhava pro anel de casada brilhando no dedo, e já sentia a buceta molhada. ‘E se ele liga? E se alguém me vê?’ O risco me excita tanto. Parei no estacionamento subterrâneo, pernas tremendo. Ele já esperava no quarto 512, suite dourada, como uma prisão de luxo só pra gente pecar.

Subi as escadas correndo, evitei o elevador. Bati devagar, ele abriu, me puxou pra dentro. ‘Finalmente, caralho, tava louco pra te foder’, murmurou, beijando meu pescoço. Eu gemi baixinho, ‘Shh, rápido, tenho que voltar antes das 21h’. As mãos dele já apertavam minha bunda por cima da saia lápis. Tirei o casaco, ele desabotoou minha blusa, expondo o sutiã de renda preta. ‘Olha esses peitos, Ana, tão duros pra mim’. Chupou os mamilos por cima do tecido, mordendo leve, eu arqueei as costas. Meu Deus, o coração na garganta. Puxei a gravata dele, beijei com fome, sentindo o pau duro roçando minha coxa. ‘Tira tudo’, ordenei, voz rouca. Ele obedeceu, nu em segundos, pica grossa, veias pulsando, pré-gozo na ponta. Eu me ajoelhei, sem pensar, engoli ele todo, chupando forte, língua na glande, bolas na mão. ‘Porra, Ana, tu chupas como puta’, gemeu ele, mãos no meu cabelo.

A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome

Levantou-me, jogou na cama king size. Rasgou minha calcinha, ‘Tá encharcada, safada casada’. Enfiou dois dedos na buceta, fodendo rápido, polegar no clitóris. Eu gozei na hora, gritando abafado no travesseiro, ‘Ai, Ricardo, fode-me já!’. Ele riu, ‘Olha tua aliança brilhando enquanto te como’. Posicionou a pica na entrada, entrou de supetão, fundo, esticando tudo. ‘Caralho, que apertada!’, grunhiu, bombando forte, cama rangendo. Eu cravava unhas nas costas dele, pernas enroladas na cintura, ‘Mais forte, vai, me enche de porra!’. O contraste me matava: vida certinha lá fora, aqui puta gulosa. Ele me virou de quatro, espalmou a bunda, meteu no cu sem aviso – lubrificado só com meu mel. ‘Toma, toma tudo!’, arfava. Eu rebolava, ‘Sim, fode meu cu, mas cuidado, não demora’. Gozou jorrando dentro, quente, eu vim de novo, buceta piscando vazia. Sudorentos, ofegantes, ele beijou minha mão casada, ‘Ama isso, né? O segredo’. Limpei rápido com lençóis, vesti-me tremendo.

Desci, dirigi pra casa com cheiro de sexo na pele, porra escorrendo na coxa. Cheguei, João: ‘Reunião boa?’. Sorri, ‘Perfeita’. Jantei com as crianças, beijei o marido, mas por dentro… ufa, o fogo. Ninguém sabe, e isso me excita mais. Amanhã, volto à rotina, mas já planejo o próximo. Essa dupla vida é meu vício, o frisson de quase ser pega. Culpada? Um pouco. Mas excitada? Demais. Quem diria que a senhora perfeita é essa vadia?

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