Sou a Inês, 36 anos, advogada em Lisboa. Casada com o Miguel há 10 anos, ele é médico, sempre ausente com turnos intermináveis. Temos casa bonita nos subúrbios, dois filhos na escola, jantares em família aos domingos. Todo o mundo me vê como a esposa perfeita, recatada, profissional de saltos altos e saia lápis. Mas… há o segredo. O Rui. Caixeiro no Pingo Doce ali perto. Começou há meses, uma troca de olhares na fila. Ele alto, tatuagens discretas, sorriso maroto. Eu, com a aliança a brilhar no dedo, a sentir o coração aos pulos só de o ver.
Hoje, saí do escritório cedo. ‘Vou ao supermercado, amor, esqueceram leite’, disse ao Miguel por mensagem. Mentira. O desejo ferveu o dia todo. Reunião chata, e eu a imaginar a boca dele na minha cona. Dirigi tensa, mãos suadas no volante. Entro no supermercado, cesto na mão. Ele lá está, na caixa expresso. Olhos encontram-se. Ele pisca. ‘Boa tarde, senhora Inês’, diz baixo, enquanto passa os iogurtes. ‘Precisa de ajuda no fim?’ Eu aceno, quase gaguejo. ‘Sim… na arrecadação, talvez.’ O coração martela. E se alguém ouve? A aliança pesa no dedo, contrasta com o calor entre as pernas. Pago rápido, saio, mas viro para o corredor dos funcionários. Ele surge minutos depois. ‘Rápido, Inês. Tens 10 minutos antes do teu maridinho chegar.’ Urgência pura.
A Rotina Impecável e o Desejo que Me Devora
Ele puxa-me para a arrecadação escura, cheiro a caixas de cartão e detergente. Porta mal fecha, mãos dele na minha saia. ‘Caralho, Inês, estás encharcada.’ Baixo as cuecas, cona latejante, depilada para ele. Ele ajoelha-se, língua direta no clitóris. ‘Ahh… Rui, devagar…’ Mas não, ele chupa forte, dois dedos dentro, fodendo-me rápido. Eu gemo baixo, mão na boca. ‘Quieta, puta casada.’ Levanto-o, desabotoo calças. Pila dele salta, grossa, veias pulsantes, cabeçona roxa. ‘Chupa-me, Inês.’ Engulo, saliva escorrendo, testículos na mão. Ele agarra cabelo, fode a boca. ‘Boa, assim… engole tudo.’ Paro, viro-me, encosto à prateleira. ‘Fode-me agora. Rápido.’ Ele entra de rompante, cona esticada, cheia. ‘Porra, que apertadinha… o teu marido não te fode assim, pois não?’ Não, não fode. Ele bombas forte, mão na minha boca, outra no cu, dedo dentro. ‘Vais gozar, vadia?’ Sim, gozo tremendo, cona a apertar pila dele, pernas fracas. Ele puxa fora, goza nas nádegas, quente, viscoso. ‘Limpa-te, tens de ir.’ Beijo rápido, sujo.
Saio primeiro, arranjo saia, aliança de volta ao dedo. Corro para o carro, cheiro a sexo no ar. Chego a casa, Miguel ainda no hospital. ‘Trouxe o leite, amor.’ Sorrio, janto pronto, filhos na cama. Deito-me, cona dolorida, esperma seco na pele. Culpada? Um bocadinho, mas excitada pra caralho. Amanhã, volto ao escritório, senhora doutora. Mas o segredo arde. O risco de ser apanhada… isso é que me vicia. Quero mais. Muito mais.