Confissão Íntima: Minha Dupla Vida como Esposa e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, dois filhos, emprego estável como advogada em Lisboa. De dia, sou a mulher perfeita: jantares em família, reuniões no escritório, aliança brilhando no dedo. Mas à noite… ai, à noite o coração acelera. Tenho uma amante secreta, a Sofia, minha amiga de infância da aldeia onde passo fins de semana. Voltamos a nos ver no verão passado, e agora não resisto. O risco me excita. Imagina: marido dormindo ao lado, e eu saindo às escondidas?

Esta semana, voltei à aldeia para ‘visitar a família’. O João ficou em casa com as crianças. À meia-noite, o telemóvel vibra: ‘Vens?’. O pulso dispara. Olho o relógio, 00:15. Visto um vestido leve, sem cuecas – para facilitar. Saio pela porta das traseiras da casa dos pais, pés descalços na relva fria. O ar de setembro cheira a terra úmida. Corro pelo atalho do milharal, coração na boca. E se alguém me vê? A aliança pesa no dedo, mas o desejo queima mais.

A Rotina Diária e o Chamado Irresistível

Chego à janela dela. Quinta antiga, pais dormindo lá dentro. Pego pedrinhas, atiro. Plim, plim. Barulho ensurdecedor no silêncio. Congelo. Uma luz acende no quarto dela. ‘Ana?’, sussurra Sofia da janela. ‘Desce, rápido. Não acordes ninguém.’ Ela ri baixinho: ‘Nunca acordei.’ A porta range, ela surge de camisola fina, pés nus, cabelo solto. Abraça-me forte, beija com fome. ‘Foste corajosa.’ Sinto os seios dela contra mim, duros. ‘Tu me faltaste tanto.’ Vamos para a estrebaria, cavalos relincham baixinho. Ela pega cordas macias do armário. ‘Queres ir ao pomar?’

No milharal, paramos. Lua cheia ilumina tudo. O velho pomar no meio, árvore centenária. Estendemos uma manta. Sentamo-nos de frente, mãos dadas. ‘Estás casada, mas aqui és minha’, diz ela. Beijo-a devagar, língua na boca dela, doce. Ela tira a camisola, seios firmes à luz da lua, mamilos eretos. Engulo em seco. Tiro o vestido, nua. Pele dela quente contra a minha. Dedos dela descem pela minha barriga, roçam a cona molhada. ‘Estás encharcada.’ Gemo. Deito-me, ela ajoelha. Língua na minha clitóris, chupa forte. ‘Oh, Sofia…’ Arqueio as costas, gralho no milharal. Ela enfia dois dedos, fode-me rápido. Gozo tremendo, cona pulsando, grito abafado.

O Encontro Explosivo Sob a Lua Cheia

Agora é a minha vez. Amarro os pulsos dela com as cordas, apertado. Ela treme: ‘Sim, assim.’ Levo-a à árvore, braços para cima, amarro na ramo. Nua, exposta à lua, cona depilada brilhando. Ajoelho, abro-lhe as pernas. Lambo devagar, saboreio o mel dela. ‘Mais fundo’, implora. Enfio a língua na cona, chupo o clitóris inchado. Dedos no cu dela, ritmado. Ela urra, corpo convulso, goza jorrando na minha boca. Desamarro-a, caímos na manta. Abraçamo-nos suadas, beijos molhados.

São 2h30. ‘Tenho de voltar.’ Ela chora um pouco: ‘Volta logo.’ Beijo-a última vez, corro pelo milharal. Entro em casa, deito ao lado do marido dormindo. Cheiro a sexo na pele, cona latejante. Amanhã, serei a esposa perfeita de novo. Mas o segredo… ai, o segredo me faz viva. Mal posso esperar pela próxima. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *