Minha Dupla Vida: A Foda Secreta com o Amigo do Meu Marido

Eu sou a Maria, fiscalista respeitada, casada há 25 anos com o João, advogado certinho. Vida perfeita por fora: casa grande em subúrbio de Lisboa, três filhos crescidos, jantares com amigos. Mas por dentro… ah, por dentro eu queimo. O João tem uma amante há meses, e eu? Eu descobri o Pedro, o nosso notário comum, amigo de anos. Ele é casado com a Ana, mas eles são liberais, daqueles que trocam tudo.

Tudo começou numa daquelas conversas de homens, enquanto eu e a Ana falávamos de filhos. O Pedro, sério como sempre, pediu ao João a ‘permissão’ para me cortejar. O João, sabendo do divórcio que vem aí por causa da amante dele, deu o ok. ‘Fica à vontade’, disse. Meu coração disparou quando soube. Tipo, ele pediu autorização pro meu marido me foder? Eu ri nervosa, mas entrei no jogo. Adrenalina pura.

O Segredo que Começou com uma Permissão Inesperada

Desde então, o Pedro vem à casa. Eu finjo que é pra tratar da papelada da venda – o mercado tá parado, precisamos dividir tudo. Mas quando o João sai pra amante, o Pedro fica. Ontem mesmo… Meu Deus, ontem foi insano. Eu tava na cozinha, de vestido solto, aliança brilhando no dedo, coração batendo forte. ‘Maria, tu sabes que isso é loucura’, ele sussurrou, me encostando na bancada. ‘Ele pode voltar.’ Eu tremia, mas minha cona já escorria. ‘É isso que me excita, Pedro. O risco.’

Ele me beijou com urgência, língua invadindo, mãos subindo pelas coxas. Senti o pau dele duro contra mim. ‘Tira isso’, eu disse, abrindo as pernas. Ele puxou a calcinha pro lado – preta de renda, nova, que comprei pensando nele. Dedos grossos entraram na minha cona molhada, fodendo devagar. ‘Estás tão quente, caralho.’ Eu gemi baixo, olhando a aliança, pensando no João. Culpa? Pouca. Tesão? Enorme.

A Foda Urgente e Selvagem na Nossa Casa

‘Preciso te foder agora.’ Ele virou-me de costas, vestido pra cima, pau latejando na minha bunda. Esfregou na entrada, molhado do meu sumo. ‘Enfia, vai.’ Ele meteu de uma vez, fundo, me enchendo toda. Ahhh… que pau grosso, esticando minha cona. Bancada fria nas tetas, ele bombando forte, bolas batendo. ‘Grita baixo, Maria, ele ouve tudo.’ Mas eu não aguentei: ‘Fode-me mais, caralho, rasga-me!’ Mão na boca dele, mas os gemidos vazavam. Sentia o anel no dedo roçando a pele dele, contraste louco.

Mudou de posição, me sentou na mesa, pernas abertas. Lambeu minha cona primeiro, língua no clitóris inchado, sugando. Eu gozei rápido, jatos quentes na cara dele. ‘Mulher fontana, puta.’ Então montou em mim, pau guiado pra dentro. Eu cavalgava, tetas balançando, unhas nas costas. ‘Vou gozar dentro?’, perguntou ofegante. ‘Sim, enche-me de porra!’ Ele explodiu, quente, escorrendo pelas coxas. Eu vim de novo, corpo tremendo, cona apertando o pau mole.

Cinco minutos depois, arrumei tudo. Beijo rápido, ‘Vai embora antes dele chegar.’ Ele saiu pela porta dos fundos. Eu no chuveiro, cheirando a sexo, aliança lavada. O João chegou, beijou na cara. ‘Tudo bem?’ ‘Sim, amor, só papeis.’ Sorri, cona ainda latejando, porra dentro. Culpa? Um bocadinho. Mas o segredo… ah, o segredo me faz viva. Amanhã, quem sabe, chamo a Ana pra um ménage. Minha dupla vida é fogo puro. Ninguém sabe, e isso me molha só de pensar.

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