Sou casada há 10 anos, vida certinha em Lisboa. Trabalho em pharma, congressos pelo mundo. Mas por dentro? Uma puta que adora o risco. Esta semana, Viena. Congresso médico, stand 4 dias. Botas pretas, collants cor da pele, vestido azul escuro colado, decote fundo. Os meus peitos fartos saltam, a cintura fina marca. Atrai médicos para testar o produto. O miúdo da receção, iraniano, olhos castanhos fixos em mim. Chama-se Amir, vive em Viena há anos, estuda antropologia. Não é o meu tipo, mas o fato preto, camisa branca… sinto o calor na cona, sobe ao ventre, cara corada. Pergunta quando volto. Digo segunda, sozinha o fds. Já conheço Viena, peço sítios secretos. Ele: ‘Domingo mostro-te a melhor vista da cidade, numa colina longe dos turistas. Sábado, bar meu no bairro trendy.’
Durante o congresso, cada olhar dele e eu provoco. Dedo na boca, desço ao decote. Mordisco no lábio com gloss rosa. Apoio-me na mesa, rabo empinado, o fio dental preto marca na saia. Vejo a braga dele tensa no fato. Meu coração bate forte. Aliança no dedo esquerdo brilha, lembro o marido em casa, mas a cona já pinga. É errado… mas foda-se, adoro isto. Sexta, festa de gala. Danço como louca, vinho branco. Um médico careca cola-se, pila dura nas costas. Quase o arrasto para um canto, mas colegas levam-me ao hotel. Só o vibrador na cona me faz gozar rápido.
O Flirt Proibido no Congresso e a Tensão do Segredo
Sábado à noite, encontro-o no bar. Canto isolado, cocktail forte. Conversa leve, mão no pescoço, acaricia cabelo. ‘Tão macio…’ Desce aos peitos, belica mamilos duros. Dedo no cós das calças, roça a vulva molhada. Beijo guloso. Táxi para casa dele: colchão no chão. Despe-me devagar, adora a lingerie vermelha. Tira camisa, calças: caralho grosso, duro. ‘Uau…’ Engole-o inteiro, língua na cabeça. Ele geme. Deito-me, abre pernas: ‘Fode-me já!’ Entra de rompante na cona encharcada. Pila-me forte, grito. Monto-o, cavalgo selvagem. ‘Gostas, cabrão?’ Levanta-me, doggy, dedo no cu. Depois mete no cu devagar… dor boa, prazer louco. Goza quente dentro, eu tremo no orgasmo. Táxi hotel, duche quente, mais um gozo com o brinquedo. Durmo exausta.
Explosão de Prazer na Colina e o Regresso à Rotina
Domingo, patinei no rio, encontro-o. Bus lotado para colina. Colados, pila nas nádegas. Mão na calças, dedos na cona. Masturba-me suave. Quase gemo, coração aos pulos. Condutor ali, gente atrás. ‘Para…’ mas gozo baixo, mordendo lábio. Aliança fria contrasta com dedos quentes dele. Chegamos, corremos floresta. Vista brutal no rio e cidade. Ele saca o caralho semi-duro. Chupo voraz, mão e língua. Para não gozar cedo: ‘Agora fode-me contra a árvore!’ Doggy, rabo ao ar. Enfia fundo, cheiro a casca. ‘Oh sim, cabrão… mete tudo! Desmonta a tua puta!’ Deita-me em folhas secas, crrrsh crrrsh. Penetra forte. Grito em português: ‘Sou uma cabra que adora caralho de estranho! Fode o cu, goza na cona!’ Ele não entende, excita-me mais. Treme, esporra dentro. Meu orgasmo explode, grito ecoa.
Volto hotel, duche, vibrador final. Segunda, avião Lisboa. Marido beija, ‘Foi bom?’ ‘Sim, cansada…’ Sorrio, cona ainda dói gostoso. Segredo meu. Vida dupla: esposa dia, vadia noite. Proxima viagem? Já penso no risco. Adoro esta adrenalina.