Sou casada há 15 anos, vida perfeita em Lisboa. Trabalho em marketing digital, casa impecável, marido fiel que me espera com jantar pronto. Mas… tenho esta fome. Uma dupla vida que me faz pulsar. Para relançar meu site de histórias eróticas, contratei Valentino, meu ex-amante de há 12 anos. Italiano sensual, provisor num colégio, corpo esculpido na academia. E o amigo dele, Robert, gay assumido, pra ajudar no projeto.
Marquei jantar num restaurante neutro, sexta 13 de janeiro. Céu cinzento, frio de rachar. Eu, saia longa preta de cetim, blusa solta, aliança brilhando no dedo. Chego, vejo Valentino com óculos de intelectual. Coração acelera. ‘Oi, Valentina… quer dizer, Ana’, ele ri, beija-me as bochechas. Lembro das mãos dele nas minhas ancas, a pica dura me enchendo pela primeira vez pós-divórcio antigo. Ele mudou, mais homem, músculos salientes.
O Segredo que Começou no Jantar em Lisboa
Apéritif sem álcool, Robert atrasa. Olhos nos olhos, falamos do site, mas o ar crepita. ‘Ainda te afetas, Ana?’, pergunta ele baixo. Coro. ‘O passado foi bom, né?’. Silêncio pesado. Robert chega, bonitinho mas zero efeito. Conversa fiada, vinho tinto. Pra provocar Valentino, toco a mão de Robert. Ele cerra dentes, sai pra fumar. Tensão explode.
Desserts, cafés. Robert vai embora. Sozinhos, horas voam. Meia-noite, restaurante fecha. ‘Onde estás parada?’, pergunta. ‘A pé, hotel ali perto’. Ele para, olha-me: ‘Quero passar a noite contigo, Ana. Fazes-me ainda efeito’. Coração na boca, aliança pesa. ‘Sim… vamos acabar o que começámos’. Beijo na rua fria, línguas urgentes. Entro no carro dele, hotel a 5 minutos. Marido pensa que estou em reunião de trabalho. Mentira perfeita.
Quarto simples. Fecho porta, ele atrás de mim, mãos nas minhas ancas. Tremendo? Ele, o macho, treme. Rio nervosa. ‘Tira a jaqueta’, digo. Ele obedece, polo preto revela peito duro. Minhas mãos no torso dele, sinto a ereção contra a barriga. ‘Hmmm, cresceste’. Ele ri, desabotoa minha blusa, sutiã D transborda. Olha os mamilos duros sob renda. Dedos roçam, boca segue. Chupa forte, eu gemo, mão na braguilha dele. Pica grossa salta, cueca azul esticada.
A Foda Urgente e Intensa no Hotel
Baixo tudo, caralho imenso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. ‘Porra, Valentino…’. Ajoelho na alcatifa barata, seios balançam. Ele cai de costas, eu avanço. Língua no saco, subo devagar, engulo o gland roxo. Sucção forte, ele fode minha boca, rins batem no céu da boca. ‘Ana, caralho… para ou gozo’. Levanto, tiro saia, tanga preta. Ele capa com preservativo, mas eu quero cru. ‘Fode-me já’.
De quatro, ele atrás. Mãos nos meus seios pesados, amassa como massa. Pica roça rabo, entra na cona molhada num golpe. ‘Ahhh!’. Burina forte, bolas batem no clitóris. Minha mão lá em baixo, esfregando o botão inchado. ‘Mais rápido, fode-me como puta’. Ele grunhe, agarra ancas, martela. Seios doem de balançar. Gozo primeiro, cona aperta, jatos dele dentro, quente apesar do capote. Cai sobre mim, pica ainda dura.
Ofegantes, ele sai. Olho relógio: 1h30. ‘Tenho de ir, marido espera’. Visto rápido, aliança fria contra pele quente dele. Beijo final. ‘Isto fica entre nós’. Saio, ar gelado acalma. Chego casa, marido dorme. Duche rápida, sêmen imaginário ainda escorre. Deito, cona sensível, sorriso culpado. Amanhã, vida normal: trabalho, família. Mas o segredo queima. Próxima vez? Já planeio. Esta dupla vida… vicia. Coração bate só de lembrar a aliança brilhando enquanto ele me fodia.